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Uma empresa espionou e demitiu um de seus funcionários por trabalhar "90 minutos por dia" na Galícia, mas a Justiça anulou a decisão

Uma sentença que mantém o debate sobre como controlar a produtividade de um trabalhador.

18 ago 2025 - 09h06
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Foto: Xataka

Um representante farmacêutico da Galícia, premiado por produtividade e com um salário de quase 10 mil reais por mês, foi demitido depois que a empresa decidiu contratar um detetive particular para vigiá-lo.

O relatório apontava que ele trabalhava apenas 90 minutos por dia, quando dizia cumprir muito mais. Mas a Justiça tomou uma decisão que contradiz radicalmente o critério seguido pela companhia.

O cronômetro do detetive que não serviu para nada

A história começa na primavera de 2024, segundo a sentença judicial. O representante, funcionário de uma farmacêutica, tinha como função visitar médicos para apresentar novos tratamentos. Após um período de afastamento, a empresa contratou um detetive particular para acompanhar seus movimentos.

O vendedor era monitorado por todos os lados. Tanto o carro da empresa quanto o tablet que utilizava registravam sua rotina durante o expediente. Ainda assim, o detetive alegou ter encontrado discrepâncias significativas entre os relatórios enviados pelo funcionário e o que ele realmente fazia no dia a dia.

Um relatório devastador para o funcionário

Depois de acompanhá-lo em diferentes cidades da Galícia, o detetive concluiu que ele dizia trabalhar mais do que realmente fazia. Em Vigo, por exemplo, o empregado registrou quatro horas de trabalho, com 12 médicos visitados. O detetive, porém, cronometrava apenas uma hora e meia de atividade no hospital. O mesmo ocorreu em Ourense, onde ele passou 45 minutos em uma cafeteria, embora tivesse ...

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