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Cruzeiro vai até final e deixa tri da Libertadores escapar

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O sonho cruzeirense do tricampeonato da Copa Libertadores morreu nos pés de Juan Sebastían Verón e nos argentinos do Estudiantes. Com uma campanha irretocável, o time de Adílson Batista superou seus adversários um a um, com autoridade, mas perdeu a taça dentro do próprio Mineirão em 15 de julho.

O jovem time do Cruzeiro já tinha na bagagem a experiência da Libertadores do último ano, quando caiu prematuramente contra o Boca Juniors, mas da segunda vez fez tudo corretamente ¿ ou quase tudo. Contra o Estudiantes, o time celeste teve boas chances de matar o jogo na Argentina, no primeiro jogo. E no Mineirão, foi dominado técnica, tática e psicologicamente.A primeira fase serviu para dar confiança ao time, que venceu quatro de seus seis jogos e ganhou um novo talento: Kléber, que estreou fazendo dois gols - e sendo expulso. O atacante rapidamente se entrosou ao elenco que foi terceiro colocado do Campeonato Brasileiro em 2008, na transferência que levou Guilherme à Ucrânia.

Depois de passar por Universitario de Sucre, Deportivo Quito e pelo próprio Estudiantes, na primeira fase, o Cruzeiro superou tranquilamente a Universidad do Chile, vencendo os dois jogos. Na fase de quartas de finais, o adversário era o São Paulo de Muricy Ramalho, mas os mineiros venceram ida e volta, mais uma vez. O resultado ainda determinou a queda de Muricy, no cargo havia três anos e meio.

Para conseguir a vaga na final, o Cruzeiro teve mais um clube brasileiro pelo caminho e foi amplamente superior. Com enorme autoridade, o time de Adílson Batista bateu o Grêmio por 3 a 1 no Mineirão. E no Olímpico, marcou duas vezes ainda na primeira etapa, com Wellington Paulista, e apesar do empate em 2 a 2 garantiu a vaga ¿ muito justa, por sinal ¿ na decisão.

Em La Plata, o Cruzeiro achou ter conseguido um bom resultado quando empatou sem gols com o Estudiantes. No mesmo estádio, na primeira fase, os celestes haviam perdido por 4 a 0, mas o 0 a 0 na final parecia interessante. O único sinal de descontentamento foi por um gol claríssimo que Kléber perdeu dentro da pequena área.

No Mineirão todo pintado de azul, o Cruzeiro foi para o intervalo no 0 a 0, e Henrique virou candidato a herói quando abriu o marcador com um chute de longe. Então, os cruzeirenses conheceram seu pior pesadelo: Verón, que comandou o Estudiantes a uma virada improvável com gols de Boselli e Gastón Fernández.

Para piorar a vida cruzeirense, a torcida do Atlético-MG fez festa e tornou ídolos os jogadores do Estudiantes, que chegaram na Argentina com a camisa atleticana na bagagem.

Decisão em La Plata foi marcada pelo auge da gripe suína
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Foto: EFE
Fonte: Redação Terra
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