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CPI das Pirâmides Financeiras: Ronaldinho Gaúcho nega ser fundador ou sócio da empresa 18K

Após faltar duas vezes, ex-jogador depõe sobre empresa com suposto envolvimento com criptomoedas

31 ago 2023 - 12h18
(atualizado às 12h21)
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Ronaldinho Gaúcho depõe à CPI das Piramides.
Ronaldinho Gaúcho depõe à CPI das Piramides.
Foto: TV Câmara/Reprodução / TV Câmara/Reprodução

Ameaçado de condução coercitiva após duas faltas, o ex-atacante Ronaldinho Gaúcho compareceu à CPI das Pirâmides Financeiras nesta quinta-feira, 31, e negou ser fundador ou sócio da empresa 18k Ronaldinho Comércio e Participações LTDA, que teria sido criado pelo  empresário Marcelo Lara, ao lado de craque.

Segundo o requerimento do relator, a empresa é "alvo de investigações por suspeita de fraudes e pirâmide financeira com investimentos em criptomoedas". Lara sequer foi localizado para ser notificado pelo colegiado e, segundo Aureo Ribeiro, pode estar fora do País.

“Eu nunca fui sócio da empresa 18k Ronaldinho Comércio e Participações Ltda. Os sócios de tal empresa são os senhores Rafael Horácio Nunes de Oliveira e Marcelo Lara Marcelino. Eles utilizaram indevidamente meu nome para criar a razão social dessa empresa”, afirmou. 

Diferente do que vem sido divulgado pela CPI, Ronaldinho disse que, além de não ser sócio, jamais autorizou o uso de seu nome e imagem pela empresa e foi vítima dos sócios. 

“Nunca foi autorizado que essa empresa utilizasse meu nome e minha imagem”, reiterou Ronaldinho. De acordo com ele, o irmão, Roberto de Assis Moreira, conhecido como “Assis”, tomou conhecimento que Marcelo estava usando a imagem do jogador de maneira indevida pela empresa 18k Ronaldinho, que fazia compra e venda de moedas bitcoins. 

Faltou duas vezes à Comissão

Ronaldinho já tinha faltado a duas convocações anteriores e, caso faltasse uma terceira, estaria sujeito a ser levado à comissão de forma coercitiva (ou seja, levado por policiais). De acordo com o jogador, houve justificativa para as faltas anteriores. A do último dia 24, seria em razão do mau tempo que cancelou voos em Porto Alegre na véspera da data. Na semana anterior, disse que não foi notificado a tempo do agendamento. 

Para o relator da comissão, o deputado Ricardo Silva (PSD-SP) , a justificativa não foi suficiente e que a CPI poderia pedir a condução coercitiva do ex-jogador. Ronaldinho, seu irmão Assis, e Marcelo Lara foram convocados a depor na CPI sobre a 18K Ronaldinho, empresa dos três, devido a suspeitas de envolvimento em fraudes com investimentos em criptomoedas. 

*Com informações do Estadão Conteúdo

Fonte: Redação Terra
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