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Guedes nega 2ª onda de covid-19 e diz que doença "cedeu"

Ministro da Economia afirmou que governo só agirá quando houver "base empírica" sobre novo pico do vírus

23 nov 2020
12h17
atualizado às 12h23
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira, que está havendo repique de contágio do novo coronavírus, mas negou que já haja uma segunda onda da pandemia no Brasil. O ministro participou da abertura do webinário Firjan - Visão Saneamento. Segundo ele, se houver uma segunda onda no Brasil, o governo agirá com a mesma "determinação", mas é preciso ter "base empírica".

Guedes nega 2ª onda de covid-19 e diz que doença "cedeu"
Guedes nega 2ª onda de covid-19 e diz que doença "cedeu"
Foto: fdr

"Parece que está havendo repiques. São ciclos, vamos observar. Fato é que a doença cedeu substancialmente. As pessoas saíram mais, se descuidaram um pouco. Mas tem características sazonais da doença, estamos entrando no verão, vamos observar um pouco. Nós que não somos especialistas...", disse em evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

O Brasil tem 169.205 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta segunda-feira (23), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Na domingo, às 20h, o balanço indicou: 169.197 mortes, 181 em 24 horas. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 484. A variação foi de +43% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nas mortes por Covid.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 6.070.419 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 18.276 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 29.976 novos diagnósticos por dia, uma variação de +71% em relação aos casos registrados em duas semanas.

Guedes ainda repetiu que a retomada da economia no Brasil está forte, ocorre em "V" (quando a recuperação é intensidade semelhante à queda) e disse que as economias do País e da China foram as que retomaram mais rapidamente do choque provocado pela covid-19.

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Estadão
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