Caso Adalberto: resultado de DNA revela de quem é o sangue no carro de empresário morto
Triste! Foi encontrado sangue de uma mulher no carro do empresário morto em um buraco no Autódromo de Interlagos; após exame, o laudo revela a quem pertence
No dia 20 de junho, a polícia encontrou vestígios de sangue de uma mulher no carro de Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos, empresário que foi encontrado morto dentro de um buraco no Autódromo de Interlagos.
Foi necessário exames para verificar se o sangue pertencia à Fernanda Dandalo, esposa de Adalberto. Mas, o resultado saiu e surpreendeu. Confira!
De quem é o sangue encontrado no carro?
Segundo informações do portal Metrópoles, o resultado do laudo apontou que o sangue encontrado pertence a uma mulher desconhecida e não à esposa do empresário. "O segundo perfil não é compatível com o da esposa, mas pertence a um perfil feminino desconhecido", revelou o delegado Rogério Thomaz, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
O que mais a polícia disse?
A Polícia Civil de São Paulo considera que o sangue encontrado no carro não esteja diretamente relacionado à morte do empresário. A linha investigativa aponta que o material biológico possa ter origem em um episódio anterior ao falecimento de Adalberto.
De acordo com a CNN, os familiares do empresário não se recordam de nenhum machucado que possa confirmar as manchas de sangue. Mas, mesmo assim, a polícia acredita que o vestígio das manchas não possuem relação com a morte de Adalberto.
Qual a causa da morte?
Segundo informações da TV Globo e G1, os resultados do laudo necroscópico feitos pela Polícia Técnico-Científica sobre a morte do empresário foram entregues à Polícia Civil, que estava lidando com o caso inicialmente e detectaram asfixia.
Tem mais informações?
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) ainda não retornou se o caso passará a ser investigado como homicídio e os policiais ainda estão verificando se ele foi asfixiado por esganadura ou se sofreu uma compressão torácica. A morte ocorreu entre 24 horas ou 48 horas antes da descoberta do corpo.