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STF quebra sigilos bancário e fiscal de Aécio

7 dez 2017
17h49
atualizado às 17h55
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O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do presidente licenciado do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a fim de rastrear pagamentos de propina ao tucano feito pela J&F, conforme investigação feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A quebra dos sigilos de Aécio compreende o período de 1º de janeiro de 2014 e 18 de maio de 2017.

Em sua decisão, Marco Aurélio argumentou que, com base em um relatório de inteligência financeira elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) houve "operações suspeitas" de provisionamento de valores, saques e depósitos, supostamente relacionadas ao recebimento das vantagens indevidas destinadas a Aécio Neves.

Por isso, o ministro do STF acatou o pedido. "Surge pertinente o que articulado", disse.

Marco Aurélio, entretanto, rejeitou outros pedidos feitos pelo Ministério Público Federal de se quebrar o sigilo de dados bancários de outras pessoas, que não são investigados no processo.

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