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Política

RJ: presidente da Assembleia diz que prejuízos chegam a R$ 2 mi

Deputado considera que a Assembleia do Rio tem feito o seu trabalho de forma satisfatória e não seria alvo dos manifestantes

18 jun 2013 - 12h22
(atualizado às 13h52)
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Janelas da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) são vistas quebradas
Janelas da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) são vistas quebradas
Foto: Alessandro Buzas / Futura Press

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Paulo Mello (PMDB), afirmou nesta terça-feira que o protesto violento da noite de ontem causou de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões de prejuízo aos cofres públicos. O deputado estadual, no entanto, se negou a reconhecer que a Casa era um dos alvo da manifestação.

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"Houve duas manifestações. Uma pacífica, legítima, que reuniu 100 mil pessoas na avenida Rio Branco e terminou na Cinelândia. Depois dessa é que houve um grupo de baderneiros que veio para a Alerj causar o tumulto. Seria desonesto de nossa parte não separar os dois", disse Mello, que informou que 30% dos vitrais franceses do segundo andar da Assembleia foram destruídos, assim como mobiliário do prédio.

"A maior parte do prejuízo é imaterial. É inconcebível a destruição de um patrimônio histórico", reclamou. Mello negou que o efetivo policial responsável por fazer a segurança da Casa era menor do que o necessário. "Sempre quando há uma manifestação no Centro, temos 30 ou 40 policiais militares aqui. Nesta segunda-feira, havia 75. Determinamos desde o início que não houvesse confronto. Quando a situação ficou incontornável, tomamos a decisão, junto com o governador, de usar o Batalhão de Choque", informou ele.

<a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm">veja o infográfico</a>

O deputado considera que a Assembleia tem feito o seu trabalho de forma satisfatória e se recusa a reconhecer que possa ter havido alguma decisão política dos protestantes contra a Casa. “A Alerj tem demonstrado uma intervenção com a sociedade civil. Temos várias correntes ideológicas diferentes presidindo as comissões desta Casa e fizemos CPIs importantes, como contra as milícias. A Assembleia foi escolhida por sua visibilidade, ou será que a depredação do Paço Imperial aqui ao lado era porque estavam revoltados com Dom João VI?", ironizou ele.

Fonte: Terra
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