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"Pessoas mudam", diz Marina sobre ser ex-integrante do PT

A sociedade precisa ter uma visão correta do que é a relação das pessoas com a política. As pessoas mudam", declarou no Twitter

25 set 2018
12h48
atualizado às 13h17
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A candidata da Rede ao Palácio do Planalto, Marina Silva, reforçou nesta terça-feira, 25, que tem um histórico de atuação independente e que, por isso, não fazem sentido as afirmações de que ela seguiria a linha de governo do PT caso seja eleita. "A sociedade precisa ter uma visão correta do que é a relação das pessoas com a política. As pessoas mudam", declarou, em resposta a usuários do Twitter.

A ex-senadora e ex-Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva em evento pela Rede Sustentabilidade.
A ex-senadora e ex-Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva em evento pela Rede Sustentabilidade.
Foto: Gabriela Biló / Estadão

"Fui do Partido dos Trabalhadores, ajudei a fundar o PT, mas saí em 2009 exatamente por discordar dos rumos que o partido estava tomando", explicou. "Tenho posicionamento independente na defesa do desenvolvimento sustentável, do combate à corrupção, da Justiça social", completou a candidata da Rede.

A ex-ministra do Meio Ambiente criticou a banalização da corrupção no ambiente político. "Hoje, se banalizou o rouba mas faz e, infelizmente, o PT fez a mesma coisa. Na sociedade, está generalizado 'o rouba mas é de esquerda, rouba mas é de direita, rouba mas faz reformas'. Nosso compromisso é fazer com competência e sem roubar", disse Marina.

Questionada sobre políticas de proteção à mulher, a candidata explicou que tem como compromisso imediato o combate à violência e medidas para aumentar a independência da mulher, como creche em tempo integral para os filhos e garantia de equiparação salarial, entre outras.

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Estadão
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