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"Não tem plano B, tem o plano Bruno em 2020", afirma Doria

Segundo governador de São Paulo, atual prefeito,que trata um câncer na região do estômago, será o candidato do PSDB à reeleição na capital

18 nov 2019
13h31
atualizado às 14h15
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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta segunda-feira, 18, em coletiva de imprensa ao lado do prefeito da capital, Bruno Covas (PSDB), que não existe um "plano B" para o partido na disputa eleitoral do ano que vem em São Paulo.

"(O PSDB) Não tem plano B. Tem o plano Bruno. É só Bruno em 2020. Ele terá saúde, disposição e voto para se reeleger", afirmou o governador, que participou da primeira coletiva que Bruno Covas fez após iniciar o tratamento contra o câncer na região do estômago.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), durante sua primeira coletiva após sair do hospital
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), durante sua primeira coletiva após sair do hospital
Foto: MARIVALDO OLIVEIRA / CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO

Apesar de negar que esteja articulando sua reeleição, Covas receberá nessa segunda feira em seu gabinete a deputada federal Joice Hasselmann, pré-candidata do PSL à Prefeitura e ex-líder do governo no Congresso. O prefeito desconversou sobre o encontro, mas Doria fez elogios à parlamentar, que chamou de "amiga". "É uma pessoa de grande valor. Quanto mais perto ela estiver do Bruno mais feliz eu serei".

O prefeito também evitou falar sobre o tempo estimado do tratamento e como ele pode afetar seus planos administrativos e políticos. "Cada câncer é diferente do outro. Cada pessoa reage de uma forma. Não há como prever a segunda etapa do tratamento. Não se trata de uma discussão subjetiva, mas objetiva. Enquanto eu estiver dentro das minhas faculdades mentais e físicas sou obrigado a ser prefeito".

Covas chegou à entrevista sem a barba que tornou-se sua marca registrada. Ele explicou que tomou a decisão para se antecipar a quimioterapia. O prefeito informou que começará na semana que vem a terceira etapa da quimioterapia - com 30 horas - e só depois será decidida a segunda etapa do tratamento.

O tucano também afirmou que vai reduzir de 22 para 14 o número de empresas de administração indireta. O projeto já enviado a Câmara paulistana.

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Estadão
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