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Michel Temer defende semiparlamentarismo e fim da reeleição

"Muito a favor de um mandato no presidencialismo de cinco ou seis anos sem reeleição", disse o ex-presidente

16 set 2020
10h29
atualizado às 10h43
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O ex-presidente Michel Temer disse defender, além do fim da reeleição para os mandatos presidenciais, a tese do semiparlamentarismo para o Brasil, sistema político em que o presidente da República dividiria espaço com um primeiro-ministro.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o ex-presidente disse ser "muito a favor de um mandato no presidencialismo de cinco ou seis anos sem reeleição". Temer comentava a opinião do também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em artigo publicado no Estadão, no qual o tucano disse ter sido "um erro" permitir a reeleição.

Ex-presidente da república Michel Temer (MDB)
Ex-presidente da república Michel Temer (MDB)
Foto: Agência Brasil / Estadão Conteúdo

"Ou se amplia para cinco ou seis anos o tempo de mandato presidencial para manter o presidencialismo ou se faz uma coisa mais radical para o futuro, que é estabelecer um sistema semipresidencialista ou semiparlamentarista, onde se elimina os traumas institucionais de impedimentos, por exemplo", disse Temer, que ascendeu à Presidência da República após impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

"Os governos caem no parlamentarismo com muita tranquilidade. Portanto, seria o melhor caminho ao meu modo de ver", completou Temer.

 

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