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"Lula e Dilma destruíram o Brasil", diz Doria na Itália

Prefeito de São Paulo iniciou hoje viagem de 3 dias ao país europeu

12 out 2017
17h00
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O prefeito de São Paulo, João Doria Jr., disse nesta quinta-feira (12) que os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff "destruíram" o Brasil durante os 13 anos de governo do PT.

"Quando eu volto da Europa, quando vejo o que acontece com o Brasil, o desastre de 13 anos de governo do PT, com Lula e Dilma, que destruíram o país, destruíram o sonho dos jovens... Eu decidi sair da minha zona de conforto e lutar pelo meu país. Eu estou completamente comprometido com isso", afirmou Doria, em uma palestra a cerca de 200 alunos da Universidade de Bocconi, uma das mais prestigiadas de Milão.

"Quando eu volto da Europa, quando vejo o que acontece com o Brasil, o desastre de 13 anos de governo do PT, com Lula e Dilma, que destruíram o país, destruíram o sonho dos jovens", disse João Doria, prefeito de São Paulo.
"Quando eu volto da Europa, quando vejo o que acontece com o Brasil, o desastre de 13 anos de governo do PT, com Lula e Dilma, que destruíram o país, destruíram o sonho dos jovens", disse João Doria, prefeito de São Paulo.
Foto: Cesar Ogata/SECOM

"Vocês podem imaginar o que acontece no norte e nordeste do Brasil, nas áreas pobres do nosso país? Essa é a realidade", disse o tucano, que é cotado como um possível pré-candidato à Presidência em 2018. "Eu sei que agir sozinho não é o suficiente, mas eu quero ser um exemplo para meus filhos. Hoje eu posso olhar nos olhos das crianças e dizer que eu estou trabalhando para construir um país melhor, uma cidade melhor, para dar oportunidades. Esse é meu objetivo, o objetivo da minha vida", afirmou.

A palestra de Doria teve como tema "Sustainable Development in the World's Megacities" ("Desenvolvimento sustentável de megalópoles", na tradução). O prefeito citou iniciativas da sua gestão em São Paulo, como o "Corujão da Saúde", para zerar as filas de atendimentos para exames médicos; a criação de jardins verticais em grandes avenidas, como a Av. 23 de Maio; os mutirões de fins de semana; e a meta de reduzir a poluição da frota de ônibus.

Segundo ele, "sem educação e empregos, o Brasil não irá crescer". "Nós temos que acreditar que podemos ir adiante", exaltou aos estudantes, entre eles jovens brasileiros matriculados na Bocconi. "Nós usamos drones para mapear destruição natural e áreas inacessíveis", contou Doria, acrescentando também que São Paulo tem 10 mil câmeras de monitoramento de segurança.

"Nós trabalhamos juntos, a cidade de São Paulo e o estado de São Paulo", comentou, referindo-se ao seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin. "Por que temos que trabalhar de maneira separada? Essa é a diferença entre mim, que vim do setor privado, e os políticos, que preferem trabalhar isolados".

O tucano iniciou hoje uma visita de três dias à Itália, que inclui compromissos em Milão e Veneza, entre os quais reuniões com os prefeitos e empresários, principalmente da Confindustria e da Pirelli. Em entrevista exclusiva à ANSA na semana passada, Doria disse que o principal objetivo da viagem é atrair investimentos para São Paulo, principalmente para o seu plano de desestatização.

No entanto, as frequentes viagens e ausências do prefeito têm gerado críticas de eleitores.

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Fonte: ANSA

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