Genial/Quaest: Governo Lula é desaprovado por 48% e aprovado por 47%
Avaliação negativa do governo é de 38%, enquanto 34% o avaliam como positivo
A avaliação negativa da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue superior à positiva. São 38% os que julgam o governo do petista como negativo, enquanto 34% avaliam-no como positivo. Para 26%, o governo é regular.
No comparativo com as três rodadas anteriores, a avaliação negativa está em tendência de queda. Em abril, 42% avaliavam o governo Lula como negativo. A avaliação positiva, por outro lado, está em tendência de alta: há três rodadas, as menções positivas ao governo somavam 31%, crescendo três pontos porcentuais desde então.
A aprovação do governo Lula segue em empate técnico. São 48% os que desaprovam o mandato do petista, enquanto 47% o aprovam e 5% não responderam. A desaprovação oscilou um ponto porcentual para baixo desde a rodada anterior, enquanto a aprovação oscilou um ponto porcentual para cima.
Neste caso, também há tendência de queda na desaprovação, que foi de 52% para 48% entre abril e junho, e tendência de alta na aprovação, que foi de 43% a 47% no mesmo período
A Genial/Quaest fez 2.004 entrevistas a domicilio com brasileiros de 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07661/2026.
O levantamento também mediu a intenção de voto para a eleição a presidente. Lula lidera sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na simulação de segundo turno por 44% a 38%.
Segundo a pesquisa, a maioria dos brasileiros relatou ainda não ter sido beneficiada pelos principais programas e iniciativas da gestão federal. O Novo Desenrola, por exemplo, é visto como uma "boa ideia" por 50% dos entrevistados, mas 88% afirmam não terem sido beneficiados pela medida.
Embora a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais não tenha valido para a declaração deste ano, que é relativa ao ano passado, os efeitos da medida já podem ser vistos na folha de pagamento dos contribuintes.
Ainda assim, segundo a Genial/Quaest, são 65% os que afirmam não terem sentido o impacto da isenção. Para 42% dos entrevistados, não houve qualquer diferença na renda.
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