Corregedor do TSE derruba decisão de Nunes Marques e mantém canal 'Exército do Lula'
11 out
2026
- 16h32
Resumo
O corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, reverteu a decisão do presidente do TSE, Nunes Marques, e manteve no ar o canal "Exército do Lula" no WhatsApp. A suspensão havia sido determinada após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, sob a alegação de que o canal, administrado por André Janones, compartilhava conteúdos já classificados pelo tribunal como inverídicos. Nunes Marques argumentara que a liberdade de expressão não pode ser usada como salvo-conduto para ilícitos.
O corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, reverteu a decisão do presidente do TSE, Nunes Marques, e manteve no ar o canal "Exército do Lula" no WhatsApp. A suspensão havia sido determinada após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, sob a alegação de que o canal, administrado por André Janones, compartilhava conteúdos já classificados pelo tribunal como inverídicos. Nunes Marques argumentara que a liberdade de expressão não pode ser usada como salvo-conduto para ilícitos.
O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, reverteu a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, e manteve no ar o canal "Exército do Lula" no WhatssApp.
Na manhã deste domingo, 11, Nunes Marques atendeu a um pedido da campanha do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e determinou a derrubada do canal, administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG).
Nunes Marques havia afirmado que o canal transmitia "a milhões de pessoas, sob comando único" conteúdos que o TSE já reconheceu como "inverídicos." "A liberdade de expressão não é salvo-conduto para o ilícito eleitoral", dizia de decisão.
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