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Política

Conselho de Ética abre processo que pode levar à cassação de Eduardo Bolsonaro

Representação aberta pelo PT se refere às 'condutas atentatórias à soberania nacional', diz documento elaborado pela legenda

23 set 2025 - 14h05
(atualizado às 14h42)
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Resumo
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados abriu um processo que pode levar à cassação de Eduardo Bolsonaro por condutas contra instituições democráticas, enquanto sua indicação como líder da Minoria foi barrada pelo presidente da Câmara.
Atuação de Eduardo nos Estados Unidos motivou ação do PT contra seu mandato
Atuação de Eduardo nos Estados Unidos motivou ação do PT contra seu mandato
Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara abriu nesta terça-feira, 23, um processo que pode levar à cassação do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

A decisão de abrir o processo foi do presidente do Conselho, o deputado Fabio Schiochet (União Brasil-SC). De acordo com as regras da Câmara, um procedimento deste tipo pode durar até 90 dias úteis.

No caso do deputado filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a representação, aberta pelo PT, acusa Eduardo a dedicar-se "de forma reiterada a difamar instituições do Estado brasileiro".

Entre as possibilidades de relator da ação estão Duda Salabert (PDT-MG); Paulo Lemos (PSOL-AP); e Delegado Marcelo Freitas (União-MG). A definição do nome deve ocorrer até a próxima sexta-feira, 26, segundo Schiochet. 

Atualmente, há outras três representações contra Eduardo Bolsonaro no Conselho de Ética da Câmara. O processo aberto nesta terça não possui relação com as faltas do deputado à Câmara, mas, sim, com as tentativas do deputado por "condutas atentatórias à soberania nacional e às instituições democráticas por parlamentar no exercício do mandato", conforme trata o documento do PT. 

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), ainda havia barrado a indicação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como líder da Minoria, numa articulação da indicação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro como líder da Minoria, em uma tentativa de livrá-lo da cassação por acúmulo de faltas.

O parlamentar está nos Estados Unidos em busca de sanções contra o Brasil e foi denunciado na segunda-feira, 22, por coação no curso do processo. Morando fora do Brasil desde fevereiro deste ano, o deputado pediu licença do mandato em março, mas o prazo permitido para a ausência justificada se encerrou em julho. Desde então, ele não retornou ao Brasil e tem articulado formas de permanecer no cargo fora do território nacional.

Fonte: Portal Terra
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