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Política

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Caiado volta a prometer redução da taxa de juros pela metade

6 set 2026 - 13h46
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Resumo
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) prometeu reduzir a taxa Selic pela metade, de 14% para 7%, por meio de ajuste fiscal e recuperação da confiança econômica. Ele também criticou o STF, classificando como inadmissível a permanência do ministro Alexandre de Moraes e defendendo uma reforma no Judiciário com idade mínima de 60 anos para novos ministros. Além disso, Caiado assegurou que nomeará quatro mulheres para preencher as vagas abertas na Corte durante seu mandato.

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) voltou a prometer que reduzirá a taxa básica de juros, uma atribuição do Banco Central (BC), caso seja eleito. Em entrevista a jornalistas em Aparecida de Goiânia (GO) neste domingo, 6, ele afirmou que levará a Selic de 14% para 7% a partir das medidas econômicas que pretende adotar em um eventual governo.

Em declarações anteriores, Caiado havia defendido uma taxa de 6%, mas agora passou a mencionar o patamar de 8% a 7%, repetindo que a queda viria como consequência de um ajuste fiscal e da recuperação da confiança na economia. "Chegando ao governo, eu garanto à população brasileira que eu diminuo a taxa de juros a 7%, a metade do que está hoje, com as medidas que nós tomaremos a partir do dia 5 de janeiro", afirmou.

Sobre a crise no Supremo Tribunal Federal (STF), Caiado ressaltou que é "inadmissível" o ministro Alexandre de Moraes permanecer na Corte e repetiu que, se eleito, fará uma reforma do Judiciário. Entre as propostas citadas, estão a fixação de uma idade mínima de 60 anos para chegar ao Supremo e uma quarentena após a aposentadoria compulsória aos 75 anos.

Caiado também voltou a prometer que indicará quatro mulheres para o Supremo. Além da vaga aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, a Corte terá mais três cadeiras vagas nos próximos quatro anos. "Você nunca viu as mulheres que compõem ou que passaram por lá constrangeram o Brasil com qualquer situação como essa que nós estamos vendo hoje", afirmou.

Estadão
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