Alckmin: 'Ditadura deve ser combatida em todo o lugar, seja de esquerda ou de direita'
Vice-presidente afirmou que o Brasil atua, sempre que pode, para promover a paz, e defendeu que um país não pode invadir o outro; ele participou do programa 'Bom Dia, Ministro', da EBC
O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o combate à ditadura de qualquer viés, destacou o papel do Brasil na promoção da paz e elogiou o acordo Mercosul-União Europeia.
BRASÍLIA - O vice-presidente Geraldo Alckmin disse nesta quinta-feira, 15, que "a ditadura deve ser combatida em todo o lugar, seja de esquerda ou de direita". A declaração se deu ao ser questionado sobre o atual conflito no Irã e outros ao redor do mundo.
"A ditadura deve ser combatida em todo o lugar, seja de esquerda ou de direita. Temos de defender a democracia, que é onde o povo é o protagonista. É um momento difícil esse pelo qual o mundo está atravessando. Temos conflito no Irã, Rússia invadindo a Ucrânia, problemas no Oriente Médio, problemas na Venezuela, com o presidente capturado. É um momento difícil, momento de o Brasil ser mais ouvido, vamos promover a paz, o multilateralismo, melhorar a vida do povo", afirmou o vice-presidente no programa "Bom Dia, Ministro", da EBC.
Diante desse cenário turbulento, Alckmin voltou a elogiar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Afirmou que ele "é histórico", porque "vem em um momento de grande instabilidade na geopolítica mundial e mostra que é possível, pelo diálogo, entendimento e negociação, abrir mercado".
"O Brasil é um país de paz e sempre que pode atua promovendo a paz. E também defende o direito internacional. Não pode um país invadir o outro. E também defende a democracia", defendeu o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.