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Polícia

Visita de Ronaldinho Gaúcho a hospital causa tumulto em Realengo

15 abr 2011 - 15h03
(atualizado às 19h26)
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A visita do jogador do Flamengo, Ronaldinho Gaúcho, ao Hospital Albert Schweitzer causou um princípio de tumulto na entrada da unidade de Realengo, zona oeste do Rio, na tarde desta sexta-feira. Parentes de internados sem relação com a tragédia ocorrida na Escola Estadual Tasso da Silveira reclamavam de não conseguir visitar os familiares. Dois alunos baleados permanecem internados no local.

Ronaldinho posa com a vítima Tayane, com direito a uma camisa personalizada do Flamengo
Ronaldinho posa com a vítima Tayane, com direito a uma camisa personalizada do Flamengo
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo / Divulgação

Veja como foi o ataque aos alunos em Realengo

Veja localização de escola invadida por atirador

A visita do craque estava marcada para o meio-dia, mas até às 14h Ronaldinho não havia chegado. A porta principal foi fechada e até os enfermeiros teriam sido impedidos de almoçar para que estivessem prontos para a recepção ao jogador. O rodoviário Márcio Bispo, 34 anos, reclamou muito depois de ser impedido de visitar a sogra que está com câncer em fase terminal. "É um absurdo eu não poder visitar minha sogra por causa do Ronaldinho Gaúcho", afirmou.

Atentado

Um homem matou pelo menos 12 estudantes a tiros ao invadir a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã do dia 7 de abril. Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, era ex-aluno da instituição de ensino e, segundo a polícia, se suicidou logo após o atentado. O atirador portava duas armas e utilizava dispositivos para recarregar os revólveres rapidamente. As vítimas tinham entre 12 e 14 anos. Outras 18 ficaram feridas.

Wellington entrou no local alegando ser palestrante. Ele se dirigiu até uma sala de aula e passou a atirar na cabeça de alunos. A ação só foi interrompida com a chegada de um sargento da Polícia Militar, que estava a duas quadras da escola quando foi acionado. Ele conseguiu acertar o atirador, que se matou em seguida. Numa carta, Wellington não deu razões para o ataque - apenas pediu perdão a Deus e que nenhuma pessoa "impura" tocasse em seu corpo.

Fonte: O Dia
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