Irmã de Ricardo Nunes, prefeito de SP, é presa após ser identificada pelo Smart Sampa
Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que prisão está amparada em mandados judiciais e obedeceu ao rigor da lei
Janaina Reis Miron, irmã do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, foi presa após ser reconhecida pelo programa Smart Sampa devido a mandados por desacato, lesão corporal e embriaguez ao volante, com antecedentes criminais registrados.
Janaina Reis Miron, de 49 anos, irmã do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, foi presa nesta quinta-feira, 15, após ser reconhecida pelo programa de segurança da capital paulista Smart Sampa. Janaina é acusada de desacato, lesão corporal e embriaguez ao volante, e tinha dois mandados de prisão em aberto.
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De acordo com a Polícia Militar, a prisão aconteceu por volta das 15h20 desta quinta-feira, na Avenida Clara Mantelli, no bairro Socorro, zona sul de São Paulo. Ela foi levada ao 11º Distrito Policial (DP) de Santo Amaro e deverá passar por audiência de custódia na sexta-feira, 16.
Em nota, a Prefeitura de São Paulo informou que a prisão 'está amparada em mandados judiciais, obedeceu ao rigor da lei e foi executada seguindo os critérios de identificação do Smart Sampa'.
O caso que envolve Janaína foi registrado em 2022, quando ela foi presa por embriaguez ao volante na Rodovia João Hipólito Martins, em Botucatu (SP). Segundo a ocorrência, ela dirigiu em ziguezague pela pista e quase colidiu contra outros veículos.
Na abordagem, ela não portava documentos, apresentava sinais de embriaguez, recusou o teste do bafômetro e resistiu à prisão, além de desacatar os policiais, que precisaram usar algemas para contê-la.
Na ocasião, a polícia identificou que Janaina tinha antecedente criminal por furto, maus-tratos, lesão corporal dolosa e embriaguez ao volante.
Os policiais relataram que, durante a abordagem, a mulher teria dito que os agentes eram 'um bando de vagabundos, inferiores ao meu marido, que é capitão da PM', e que ela estaria sendo levada para a delegacia, pois a equipe queria dinheiro.
Ela acabou condenada à prestação de serviços comunitários, pagamento de multa e suspensão do direito de dirigir, mas oficiais de Justiça não conseguiram realizar as intimações.
Com o descumprimento, o Ministério Público pediu a conversão da pena, o que acabou acatado pela Vara Criminal de Botucatu, com mandado de segurança expedido e comunicado aos órgãos de segurança.
*Com informações de Estadão Conteúdo.
