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SP: adolescente assume culpa por atear fogo em dentista que morreu

De acordo com os investigadores, o jovem afirmou que estava ameaçando a mulher com um isqueiro para que ela entregasse dinheiro aos bandidos

27 abr 2013
17h24
atualizado em 28/4/2013 às 10h34
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Um adolescente de 17 anos assumiu que ateou fogo à dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, 47 anos, morta na última quinta-feira em São Bernardo, na região do ABC paulista, segundo informações divulgadas neste sábado pela Polícia Civil. De acordo com os investigadores, o jovem afirmou que estava ameaçando a mulher com um isqueiro para que ela entregasse dinheiro aos bandidos.

<p>Um adolescente de 17 anos e dois homens foram presos suspeitos de assassinar a dentista</p>
Um adolescente de 17 anos e dois homens foram presos suspeitos de assassinar a dentista
Foto: Tércio Teixeira / Futura Press

Além do adolescente, outras três pessoas participaram do crime – Jhonatas Cassiano Araújo, 21 anos, e Vitor Miguel de Souza, 25 anos, foram presos, enquanto Tiago de Jesus Pereira continua foragido. Segundo a polícia, Jhonatas, que aparece em imagens de câmeras de segurança sacando dinheiro da conta da dentista, saiu para fazer a operação bancária enquanto a mulher ficou amarrada na presença do adolescente, que completa 18 anos em junho, e de Vitor.

Em depoimento à polícia, os dois confessaram que jogaram álcool na dentista e ficaram brincando com o isqueiro para que ela ficasse com medo e contasse onde guardava o resto de seu dinheiro. Quando Jhonatas ligou e afirmou que ela possuía apenas R$ 30 na conta, o adolescente, nervoso, ateou fogo na mulher.

Suspeito esteve no consultório um dia antes do crime
De acordo com a polícia, as autoridades localizaram o trio depois que uma ficha de paciente com os dados de Vitor foi encontrada na lixeira do consultório. O criminoso foi ao local um dia antes do crime para uma consulta. No documento, constavam nome e endereço completo do suspeito, que foi encontrado em sua casa, em Diadema.

No local, a polícia também encontrou duas mochilas. Em uma delas, estava a arma que testemunhas disseram ter visto na cena do crime. Na carteira de Vitor, os investigadores encontraram um anel com o nome da dentista.

Fonte: Terra

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