Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Polícia

RJ: nova chefe anuncia mais nomes para cúpula da Polícia Civil

17 fev 2011 - 17h52
(atualizado às 18h23)
Compartilhar

A chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegada Martha Rocha, anunciou na tarde desta quinta-feira mais quatro integrantes da cúpula do órgão. O delegado Ricardo Dominguez assumirá o comando do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), enquanto o delegado Márcio Franco de Mendonça chefiará o Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE).

A delegada Martha Rocha anunciou nomes para a cúpula da Polícia Civil em coletiva
A delegada Martha Rocha anunciou nomes para a cúpula da Polícia Civil em coletiva
Foto: Cynthia Tomari / Divulgação

Outros nomes anunciados foram os da delegada Tércia Amoêdo para o Departamento Geral de Polícia da Baixada (DGPB) e o do João Batista Byron para o Departamento Geral de Polícia do Interior (DGPI).

Martha Rocha, que assumiu após a saída do delegado Allan Turnowski, anunciou na quarta-feira os primeiros nomes para o órgão: os delegados Sérgio Caldas, para a subchefia administrativa, Fernando Veloso, para subchefia operacional, e Luis Zetterman, para a chefia de gabinete. O corregedor da Polícia Civil, Gilson Emiliano Soares, foi mantido no cargo.

A saída de Allan Turnowski ocorreu dias após a operação Guilhotina, da Polícia Federal (PF), fazer uma devassa na Polícia Civil e prender 38 pessoas, entre elas o ex-subchefe da corporação, Carlos Oliveira. No domingo, Turnowski determinou que a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco-IE) fosse lacrada para a apuração de supostas denúncias de extorsão.

A Draco é comandada por Claudio Ferraz, homem de confiança de Beltrame. Desde a semana passada, a delegacia não pertence mais aos quadros da Polícia Civil. No Diário Oficial, foi publicado que a delegacia ficaria sob a responsabilidade da Secretaria de Segurança e colaboraria com a Corregedoria Geral Unificada (CGU) nas investigações de desvios de conduta de servidores públicos.

Turnowski negou que a devassa na Draco fosse uma represália a Ferraz, que admitiu ter colaborado nas investigações da operação Guilhotina. No entanto, a decisão pela saída ocorreu durante "uma longa conversa" na manhã de terça-feira com Beltrame, "após os dois concluírem que esta seria a decisão mais adequada para preservar o bom funcionamento das instituições", disse a secretaria em nota.

Fonte: Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra