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Polícia

Rio: polícia acha R$ 2 mi e papéis queimados em casa de bicheiro

20 dez 2011 - 09h09
(atualizado às 09h23)
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Uma ação de agentes da Corregedoria da Polícia Civil e da Coordenadoria de Recursos Especiais do Rio de Janeiro vasculhou a casa de Helinho de Oliveira, presidente da escola de samba Grande Rio, suspeito de envolvimento com o jogo do bicho, que está foragido desde a semana passada, no início da manhã desta terça-feira. Na propriedade, localizada na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade, foram encontrados cerca de R$ 2 milhões escondidos em sacos no esgoto, além de papéis de contabilidade destruídos, que também foram jogados no esgoto, e uma réplica de uma AK-47.

Um dos advogados do presidente da escola de samba Grande Rio recebeu voz de prisão. Ele passou a noite dentro da casa e teria destruído documentos. A polícia chegou a quebrar partes do teto para procurar outras provas.

Operação Dedo de Deus

No último dia 15, policiais apreenderam documentos na mansão de Helinho em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele era um dos alvos da operação realizada agentes da Polícia Civil. Os policiais arrombaram o portão principal que dá acesso ao terreno da mansão e vasculharam o local, incluindo caçambas de lixo para ver se algo havia sido jogado fora rapidamente. Três veículos que estavam na garagem foram vistoriados.

A ação, batizada de Dedo de Deus, visava cumprir 60 mandados de prisão e 139 de busca e apreensão. Luizinho Drumond, presidente da Imperatriz Leopoldinense, Helinho de Oliveira, presidente da Grande Rio, e Mário Tricano, ex-prefeito de Teresópolis, são procurados pela polícia.

Na semana passada, a polícia prendeu 44 pessoas durante a operação. Os detidos são suspeitos de envolvimento com o jogo do bicho no Rio e em outros três Estados. De acordo com a Polícia Civil, dos 44 presos, 36 foram localizados no Rio de Janeiro, um na Bahia, outro no Maranhão e mais um em Pernambuco.

Entre os presos, há dois policiais militares e um guarda municipal de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Um policial civil ainda está foragido, segundo a polícia.

Jornal do Brasil Jornal do Brasil
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