Pai é preso suspeito de estuprar filha de 14 anos em Lagoa do Ouro, no Agreste de Pernambuco
Investigação começou após informações encaminhadas pelo Conselho Tutelar; prisão preventiva foi determinada pela Justiça.
Um homem foi preso preventivamente em Lagoa do Ouro, no Agreste de Pernambuco, suspeito de estuprar a própria filha de 14 anos. A ação foi realizada pela Polícia Militar após investigação da Polícia Civil, iniciada a partir de denúncia do Conselho Tutelar. A prisão foi solicitada para proteger a vítima e assegurar o andamento das apurações. O investigado foi encaminhado à delegacia local e apresentado à Justiça para audiência de custódia.
Um homem investigado por suspeita de estuprar a própria filha foi preso preventivamente na quinta-feira, 15 de outubro, em Lagoa do Ouro, no Agreste de Pernambuco. O mandado judicial foi cumprido por policiais militares do 9º Batalhão da Polícia Militar.
A investigação começou depois que o Conselho Tutelar do município encaminhou informações à Polícia Civil. Durante as apurações, o delegado responsável pelo caso, Paulo Oliveira, solicitou a prisão preventiva para proteger a vítima e assegurar o andamento do trabalho policial.
Após ser localizado, o homem foi levado à Delegacia de Polícia Civil de Lagoa do Ouro para os procedimentos relacionados ao cumprimento da ordem judicial.
A apresentação à Justiça para audiência de custódia estava prevista após a prisão. Não foi detalhado o período em que os abusos teriam ocorrido nem foi apresentado um posicionamento da defesa. A identidade da vítima é preservada nesta reportagem.
Como denunciar violência sexual
Suspeitas de violência sexual podem ser comunicadas ao Disque Direitos Humanos, o Disque 100. O serviço funciona gratuitamente durante 24 horas, todos os dias, incluindo fins de semana e feriados.
Qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma possível violação pode procurar o canal. Não é necessário ser familiar da vítima: vizinhos, profissionais de educação, saúde e assistência social também podem registrar relatos.
O atendimento recebe a denúncia, analisa as informações e faz o encaminhamento aos órgãos responsáveis pela proteção da vítima e pela apuração dos fatos.
Denunciante pode permanecer anônimo
O registro pode ser feito sem identificação de quem denuncia. Para permitir o encaminhamento, é importante apresentar as informações disponíveis sobre a situação, como local, descrição dos acontecimentos e eventual risco imediato.
Após o atendimento, o número de protocolo permite acompanhar a denúncia. Em situações de emergência ou quando um crime estiver acontecendo, a orientação é acionar diretamente a Polícia Militar pelo telefone 190.
O Conselho Tutelar também pode ser procurado diante de ameaça ou violação de direitos de crianças e adolescentes. Escolas, unidades de saúde e serviços de assistência social integram a rede de proteção e podem realizar os encaminhamentos necessários.
Além do telefone, o Disque 100 recebe relatos pelo WhatsApp (61) 99611-0100. O serviço dispõe ainda de atendimento em Libras por videochamada.
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