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Polícia

Advogado diz que morta em parque estava em banco interditado

29 fev 2012 - 15h56
(atualizado às 18h33)
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Rose Mary de Souza
Direto de Vinhedo

O advogado da família da menina morta ao cair de um brinquedo do parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo, no interior de São Paulo, garantiu nesta quarta-feira que, no momento do acidente, a vítima estava em um banco do brinquedo Torre Eiffel que deveria estar interditado para uso. A informação contraria a versão dada por testemunhas, entre elas funcionários do local, que afirmaram que a menina estava em meio a duas pessoas. Segundo Ademar Gomes, Gabriela Yukari Nichimura, 14 anos, estava em um dos bancos das pontas, que, antes da queda, estaria interditado por apresentar problemas.

O defensor afirma que existem fotos que comprovam o assento da menina. As imagens devem ser anexadas ao processo que a família pretende mover contra o parque após a finalização das investigações e conclusão do inquérito. No início da tarde de hoje, os pais de Gabriela, uma prima, que estava no mesmo brinquedo que a jovem no momento do acidente, e sua irmã falaram com o delegado Álvaro Santucci.

O advogado Bichir Ale Bichir Junior, que representa dois operadores do brinquedo Torre Eiffel, afirmou hoje que seus clientes alertaram o parque sobre uma falha no assento ocupado por Gabriela. O alerta teria sido dado 15 minutos antes do acidente. Os operadores Vitor Igor de Oliveira, 24 anos, e Marcos Antonio Tomaz Leal, 18 anos, chegaram para depor por volta das 16h40 na Delegacia de Vinhedo.

Procurado pelo Terra para comentar a declaração do advogado Bichir Junior, o Hopi Hari disse, em nota, que "reitera veementemente a cooperação absoluta com todos os órgãos responsáveis na apuração definitiva deste caso".

Gabriela morreu após cair do brinquedo Torre Eiffel, que consiste na queda livre de uma altura de 70 m, o equivalente a um prédio de 23 andares, a 94 km/h. Em comunicado oficial, o parque disse lamentar profundamente o acidente e garantiu que "está prestando toda a assistência à família da vítima e apoiando os órgãos responsáveis na investigação sobre as causas do acidente".

Ontem o brinquedo passou por uma perícia. Peritos do Instituto de Criminalística (IC) de Campinas foram ao local para tentar identificar indícios que apontem para as causas do acidente.

Fonte: Especial para Terra
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