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Obstetra cortou a bexiga da paciente achando ser o útero, revela perito contratado pela família

A médica foi denunciada por violência obstétrica e teve o registro profissional suspenso pelo Conselho Regional de Medicina do RJ.

22 abr 2025 - 16h26
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Médica obstetra Anna Herief durante parto
Médica obstetra Anna Herief durante parto
Foto: Instagram/@biaherief / Reprodução

A médica obstetra Anna Beatriz Herief foi denunciada por violência obstétrica contra uma paciente. Segundo um perito contratado pela família para examinar as consequências, a bexiga da vítima foi cortada por engano, no lugar do útero, durante uma cirurgia cesárea de emergência, revelou uma reportagem do "Fantástico".

Anna teve, inclusive, o registro profissional suspenso pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro em decorrência do acontecido.

Ainda segundo a reportagem, o erro foi percebido pela equipe do hospital que foi acionada para substituir a obstetra.

O perito, Ivo Costa Júnior, disse que ao ver as imagens da operação percebeu que foi um engano, uma vez que logo após a realização do corte, a médica coloca a mão dentro da incisão e tenta puxar o feto.

"As imagens são surreais, retirado o feto por dentro da bexiga... algo nunca visto na obstetrícia", disse Ivo.

Em nota divulgada pela defesa de Anna, a médica fez o movimento de forma proposital, pois a paciente apresentava aderência pélvica incomum, com a perda de todos os planos anatômicos, em razão da cicatrização anormal decorrente de cesariana anterior.

"A Dra. Anna Beatriz Herief Gomes exerce a medicina há mais de 14 anos, conta com mais de 500 partos em sua carreira, e teve apenas um trágico óbito fetal em toda sua trajetória profissional", disse a defesa.

Segundo a reportagem, o parto em questão durou 12 horas, sendo que dessas, 6 foram inutilizadas e sem grandes avanços.

Após algumas técnicas e tentativas frustradas de conseguir realizar o parto de forma humanizada, a criança passou a perder batimentos dentro da bolsa e a mãe precisou ser levada para a cirurgia de emergência.

"Ele nasceu morto, eu percebi que alguma coisa tinha dado terrivelmente errado, porque eu vi as médicas gritando pedindo adrenalina, iniciar uma manobra para ressuscitar ele", contou Larissa para o Fantástico.

Segundo ela, após um determinado tempo, o filho Louie foi reanimado, mas hoje, com cerca de um ano, o seu futuro é incerto, devido à falta de oxigenação no momento do parto e dos possíveis danos cerebrais que ainda não foram totalmente identificados.

Após o fim da cirurgia, a gestante (Larissa) olhou a gravação e notou que tanto a obstetra quanto os assistentes usavam o celular dentro da sala de cirurgia.

Fonte: Redação Terra
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