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Lula vê 'sinergias' com Nova Rota da Seda, mas não firma adesão

Presidente defendeu ampliar cooperação com China

20 nov 2024 - 13h43
(atualizado às 14h18)
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu hoje a "sinergia" de programas do governo brasileiro com a Iniciativa Cinturão e Rota, mas não assinou a adesão ao megaprojeto de Pequim, durante o encontro com o mandatário Xi Jinping em Brasília.

    "Estabeleceremos sinergias entre as estratégias brasileiras de desenvolvimento, como a Nova Indústria Brasil (NIB), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Programa Rotas da Integração Sul-Americana, e o Plano de Transformação Ecológica, e a Iniciativa Cinturão e Rota", disse o petista.

    Os presidentes assinaram 37 acordos em áreas como agricultura, tecnologia e infraestrutura na reunião no Palácio da Alvorada.

    "Estamos determinados a alicerçar nossa cooperação pelos próximos 50 anos em áreas como infraestrutura sustentável, transição energética, inteligência artificial, economia digital, saúde e aeroespacial", ressaltou Lula.

    O presidente ainda anunciou que os dois países realizarão em 2026 o "Ano Cultural Brasil-China para promover e aproximar nossas sociedades, ambas reconhecidas internacionalmente por sua rica diversidade e criatividade".

    "No plano regional, trabalharemos juntos para dar seguimento ao Diálogo Mercosul-China e discutir o aprofundamento da cooperação na área de investimentos", salientou. .

Ansa - Brasil
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