5 de janeiro - Ramona Matos Rodriguez se abrigou no gabinete do DEM na Câmara dos Deputados depois de abandonar o programa Mais Médicos do governo federal
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
5 de janeiro - A médica disse que não tem planos ainda e que pretende descansar
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
4 de janeiro - Médica cubana diz que não sabia que haveria diferença entre os ganhos de médicos estrangeiros
Foto: Fernando Diniz / Terra
5 de janeiro - Líder do DEM protocolou pedido de asilo da médica no País
Foto: José Cruz / Agência Brasil
5 de janeiro - A médica cubana Ramona Matos Rodriguez, ao lado do deputado Ronaldo Caiado, conta ter abandonado o Mais Médicos e pede asilo político
Foto: José Cruz / Agência Brasil
5 de janeiro - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que a médica cubana Ramona Matos Rodriguez terá de deixar o Programa Mais Médicos para pedir refúgio
Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil
5 de janeiro - O ministro da Saúde, Arthur Chioro, diz que médica cubana será desligada do Mais Médicos
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
5 de janeiro - O secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, fala sobre asilo político para médica cubana Ramona Matos Rodriguez, do Mais Médicos
Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil
6 de janeiro - A médica cubana Ramona Matos Rodrigues, que abandonou o Programa Mais Médicos, foi nesta quinta-feira à delegacia de Imigração da Polícia Federal
Foto: José Cruz / Agência Brasil
6 de janeiro - Ela assinou o contrato em setembro de 2013, e chegou ao Brasil em outubro
Foto: Fernando Diniz / Terra
6 de janeiro - A médica cubana Ramona Matos Rodrigues, que abandonou o Programa Mais Médicos, disse que soube quanto iria receber três dias antes de embarcar para o Brasil
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
6 de janeiro - Médica mostra cédula de identidade de estrangeiros no Brasil
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
10 de fevereiro - Médica cubana Ramona Rodriguez presta depoimento sobre o trabalho que vinha executando no Programa Mais Médicos no Ministério Público do Trabalho
Foto: Luciano Freire / Futura Press
11 de fevereiro - A médica cubana é contratada pela Associação Médica Brasileira.
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
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O líder do Democratas (DEM) na Câmara Federal, Mendonça Filho (PE), irá pedir nesta terça-feira às ministras da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, e das Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, proteção à médica cubana Ramona Matos Rodriguez, que abandonou o programa Mais Médicos e pediu asilo no País. Segundo o deputado, a médica tem sido hostilizada por militantes e políticos ligados ao governo.
Em nota, o partido afirma que na reunião o deputado pedirá providências imediatas em casos como o do vice-líder do PT na Câmara, Zé Geraldo (PA), que subiu à tribuna do plenário da Câmara para dizer que a cubana "bebia e se deitava com homens".
Ramona trabalhava pelo Mais Médicos no município paraense de Pacajá, mas deixou o programa por não concordar que profissionais cubanos recebam US$ 400 (aproximadamente R$ 960) enquanto os demais participantes têm salário de R$ 10 mil.
Atualmente, o Mais Médicos conta com a atuação de 6.658 profissionais em 2.166 municípios e em 28 distritos indígenas. Com o encerramento do período de acolhimento dos médicos da terceira etapa, o programa deve receber mais 2.890 profissionais. A meta é chegar a 13 mil médicos até março.
ENTENDA O 'MAIS MÉDICOS'
- Profissionais receberão bolsa de R$ 10 mil, mais ajuda de custo, e farão especialização em atenção básica durante os três anos do programa.
- As vagas serão oferecidas prioritariamente a médicos brasileiros, interessados em atuar nas regiões onde faltam profissionais.
- No caso do não preenchimento de todas as vagas, o Brasil aceitará candidaturas de estrangeiros. Eles não precisarão passar pela prova de revalidação do diploma
- O médico estrangeiro que vier ao Brasil deverá atuar na região indicada previamente pelo governo federal, seguindo a demanda dos municípios.
- Criação de 11,5 mil novas vagas de medicina em universidades federais e 12 mil de residência em todo o País, além da inclusão de um ciclo de dois anos na graduação em que os estudantes atuarão no Sistema Único de Saúde (SUS).
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