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Jobim: Exército ganhará até 3 mil blindados ao custo de R$ 6 bi

27 nov 2009 - 21h36
(atualizado em 27/11/2009 às 00h57)
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O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta quinta-feira que o presidente autorizou ontem o início do projeto Guarani, que vai complementar a frota de veículos blindados sobre rodas do Exército. "Já vamos começar a construir aqui no Brasil, pela Fiat Iveco de Sete Lagoas (MG), 2 mil ou 3 mil blindados, que vão complementar a frota. "O projeto vai custar cerca de R$ 6 bilhões num período de 20 anos", disse.

O anúncio foi feito nesta manhã, durante a cerimônia de passagem de cargo de comandante de Operações Navais/diretor-geral de Navegação, a bordo do porta-aviões São Paulo, no Rio de Janeiro. Logo após a solenidade, Jobim partiu para Quito, no Equador, para participar da reunião com ministros da Defesa e chanceleres da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) programada para amanhã.

Sobre o tema, Jobim voltou a minimizar os problemas que devem nortear o encontro, como as tensões entre Venezuela e Colômbia e entre Peru e Chile. "As tensões na região são mínimas e facilmente resolvidas diplomaticamente", afirmou.

Segundo ele, o que está por trás do conflito entre Colômbia e Venezuela é "o processo eleitoral que se avizinha em ambos os países". Já a tensão entre Chile e Peru, de acordo com Jobim, não deve ser debatida no encontro, pois o problema se encontra em Corte Internacional, e a Unasul não têm competência para examinar o assunto. O Peru acusa o Chile de espionagem e armamentismo. Além disso, os dois países disputam na Corte Internacional de Haia uma área de 35 mil km² no Pacífico.

Os desentendimentos entre Colômbia e Venezuela recomeçaram após a assinatura de um convênio entre os Estados Unidos e a Colômbia para uso de sete bases colombianas por forças americanas.

Em julho, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, cancelou os laços diplomáticos com Bogotá, por considerar o acordo uma ameaça à segurança regional. Recentemente, o governo colombiano ameaçou denunciar a Venezuela em organismos internacionais, depois de o presidente Hugo Chávez ter convocado a população a se preparar para uma guerra.

Agência Brasil Agência Brasil
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