Veja os momentos marcantes dos protestos em São Paulo
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Foto: Gabriela Biló / Futura Press
6 de junho No dia 6 de junho, a cidade de São Paulo parou por causa do protesto "Se a tarifa aumentar São Paulo vai parar", contra o aumento das passagens de ônibus, trens e Metrô. Milhares de manifestantes foram às ruas exigir a diminuição da tarifa do transporte coletivo e acabaram entrando em confronto com a polícia
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Foto: Gabriela Biló / Futura Press
6 de junho Encabeçado pelo Movimento Passe Livre, o protesto prega que "o modelo de transporte coletivo baseado em concessões para exploração privada e cobrança de tarifa está esgotado"
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Foto: Gabriela Biló / Futura Press
6 de junho A onda de protestos contra os reajustes na tarifa de ônibus, que atinge, além de São Paulo, outras capitais do País e cidades, começou a ser gestada em Porto Alegre (RS) no início de abril
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Foto: Tercio Teixeira / Futura Press
6 de junho No primeiro dia de protestos em São Paulo, a Polícia Militar usou balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo contra milhares de pessoas
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Foto: Tercio Teixeira / Futura Press
6 de junho Enquanto policiais usavam bombas e tiros de bala de borracha, manifestantes respondiam com pedras e rojões
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Foto: Bruno Santos / Terra
7 de junho Durante os atos, portas de agências bancárias e estabelecimentos comerciais foram quebrados, ônibus, muros e monumentos pichados e lixeiras incendiadas
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Foto: Gabriela Biló / Futura Press
7 de junho Os manifestantes alegam que reagem à repressão opressiva da polícia, que age de maneira truculenta para tentar conter ou dispersar os protestos
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Foto: Bruno Santos / Terra
7 de junho Segundo a administração pública, nos 4 primeiros dias de manifestações mais de 250 pessoas foram presas, muitas sob acusação de depredação de patrimônio público e formação de quadrilha
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Foto: Bruno Santos / Terra
7 de junho O aumento das passagens de ônibus em São Paulo desencadeou uma grande manifestação, que ganhou a adesão de milhares de pessoas depois da repressão policial
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Foto: Bruno Santos / Terra
7 de junho Locais tradicionais de São Paulo, como a avenida Rebouças, foram trancados pelos manifestantes, que impediam a circulação de veículos
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Foto: Bruno Santos / Terra
11 de junho A repressão policial, especialmente da Tropa de Choque e da Força Tática da Polícia Militar, foram criticadas pelos manifestantes, que foram aumentando a pressão a cada novo protesto
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Foto: Bruno Santos / Terra
11 de junho Em um momento tenso, a PM tentou fazer com que o protesto parasse, mas os manifestantes se recusaram e seguiram pela avenida Rangel Pestana, no Centro, próximo ao terminal Bandeira, entrando em confronto com a polícia
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Foto: Bruno Santos / Terra
11 de junho O Movimento Passe Livre, criado durante o Fórum Social Mundial, em 2005, se diz autônomo, independente e apartidário e está em oito cidades
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Foto: Bruno Santos / Terra
11 de junho As passagens de ônibus, metrô e trem da cidade de São Paulo passaram a custar R$ 3,20 no dia 2 de junho. A tarifa anterior, de R$ 3, vigorava desde janeiro de 2011
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Foto: Bruno Santos / Terra
11 de junho A administração paulista alegou que, caso fosse feito o reajuste das tarifas com base na inflação acumulada no período, aferido pelo IPC/Fipe, o valor chegaria a R$ 3,40. O argumento não foi aceito pelos manifestantes
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Foto: Bruno Santos / Terra
11 de junho As agressões da polícia repercutiram negativamente na imprensa e também nas redes sociais. Vítimas e testemunhas da ação violenta divulgaram relatos, fotografias e vídeos na internet
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Foto: Bruno Santos / Terra
13 de junho De acordo com as orientações do grupo, as pessoas que moram próximas aos locais por onde passará o protesto podem disponibilizar o sinal de internet, para que os manifestantes possam compartilhar registros feitos durante a manifestação
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Foto: Alice Vergueiro / Futura Press
13 de junho Plínio de Arruda Sampaio, ex-presidenciável pelo Psol, acompanhou a movimentação e criticou atos de vandalismo registrados em protestos anterioes
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Foto: Gabriela Biló / Futura Press
13 de junho Bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela Polícia Militar na rua da Consolação deram início a uma sequência de atos violentos por parte das forças de segurança, que se espalharam pelo Centro
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Foto: Bruno Santos / Terra
13 de junho O cenário foi de caos: manifestantes e pessoas pegas de surpresa pelo protesto correndo para todos os lados tentando se proteger; motoristas e passageiros de ônibus inalando gás de pimenta sem ter como fugir em meio ao trânsito
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Foto: Bruno Santos / Terra
13 de junho No dia seguinte ao protesto marcado pela violência, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) declarou que via "ações coordenadas" oportunistas no movimento
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Foto: Bruno Santos / Terra
13 de junho O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que a polícia deve ser investigada por abusos cometidos, mas não deixou de criticar a ação dos ativistas
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Foto: Guilherme Kastner / Brazil Photo Press
13 de junho A repórter Giuliana Vallone, do jornal Folha de S. Paulo, foi atingida no olho por uma bala de borracha da PM
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Foto: Leonardo Gali / vc repórter
13 de junho Entre as orientações jurídicas, os manifestantes pedem, por meio do Facebook, atenção caso sejam presos. Na delegacia, leia tudo antes de assinar! Se o que estiver escrito não for a realidade, ou se você não disse alguma coisa que está escrita, não assine.
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Foto: Amauri Nehn / Brazil Photo Press
13 de junho O repórter do Terra Vagner Magalhães levou um golpe de cassetete de um policial militar enquanto cobria o protesto. O jornalista foi agredido no braço
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Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação
14 de junho O fotógrafo Sérgio Silva, da Futura Press, mostra o olho esquerdo, que foi atingido por uma bala de borracha disparada pela Polícia Militar. Ele foi internado no hospital H. Olhos (Hospital de Olhos Paulista), no bairro Paraíso, e corre o risco de perder a visão
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Foto: Renato S. Cerqueira / Futura Press
17 de junho Militantes identificados com bandeiras de partidos foram hostilizados por manifestantes, que bradavam: "Nenhum partido nos representa"
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Foto: Fernando Borges / Terra
17 de julho O jornalista Caco Barcellos, da TV Globo, e seus repórteres foram expulsos e não conseguiram ficar no protesto, que fechou a avenida Faria Lima
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Foto: Gabriela Biló / Futura Press
17 de junho Durante o percurso, muitos moradores dos prédios balançaram toalhas brancas na janela, em apoio ao movimento
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Foto: Euclides Oltramari Jr. / Futura Press
17 de junho Membros do Movimento Passe Livre, que encabeça os protestos contra o aumento da tarifa de transporte público em São Paulo, afirmaram na manhã desta segunda-feira que só estão dispostos a negociar a revogação do reajuste
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Foto: André Neublum Balistrieri / vc repórter
17 de junho A mobilização em São Paulo, que segue os contornos dos protestos iniciados em Porto Alegre, desencadeou outras jornadas de manifestação pelo País. Ela parte do descontentamento da população com o reajuste de R$ 0,20 do preço de ônibus, metrô e trem, mas também dá voz a questões que ultrapassam os centavos cotidianos
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Foto: Léo Pinheiro / Futura Press
17 de junho Violência à parte - condenada pelo governo e pela maioria dos envolvidos -, a presença massiva da população nas ruas cria espaço para um debate sobre os espaços públicos nas metrópoles brasileiras contemporâneas, bem como questiona os moldes estabelecidos da representatividade da democracia brasileira
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Foto: Fernando Borges / Terra
17 de junho Todos os protestos foram organizados e propagandeados pelo Movimento Passe Livre (MPL), que se declara independente e horizontal, sem presidentes, dirigentes ou chefes
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Foto: Ale Vianna / Brazil Photo Press
17 de junho Um dos principais reflexos das manifestações é o caos no trânsito, já que milhares de pessoas fecham as principais ruas e avenidas da cidade durante a marcha
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Foto: Léo Pinheiro / Futura Press
17 de junho Além de horizontal e sem um comando hierarquizado, o movimento se diz também heterogêneo, uma mistura de estudantes universitários de diversas áreas, professores, engenheiros e profissionais de diversas áreas
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Foto: Léo Pinheiro / Futura Press
17 de junho O perfil "linear", segundo os próprios integrantes do grupo, que tem dado força e feito o movimento crescer, com adesão de milhares de pessoas a cada manifestação agendada para pedir a redução na passagem
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Foto: Léo Pinheiro / Futura Press
17 de junho O perfil dos detidos na manifestação de terça-feira, dia 11, mostrou a heterogeneidade das pessoas que compõem os protestos, sem mesmo fazer parte do MPL
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Foto: Marcos Bizzotto / Franco Guizzetti
17 de junho Para o movimento que organiza os protestos e luta por mudanças na política de transportes públicos, a precarização dos serviços prestados e as más condições que os usuários enfrentam diariamente é um dos principais fatores que levaram diferentes setores a se unirem às manifestações
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Foto: Fernando Borges / Terra
17 de junho Um grupo de manifestantes conseguiu arrombar a portaria 2 do Palácio dos Bandeirantes, na zona sul da capital paulista, por volta das 23h, e a polícia reagiu com bombas de efeito moral e gás de pimenta
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Foto: Fernando Borges / Terra
17 de junho Apenas três equipes de polícia faziam a segurança externa do Palácio dos Bandeirantes antes da chegada dos manifestantes
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Foto: Fernando Borges / Terra
17 de junho Manifestantes "alteraram" preço da passagem em ônibus que parou no local
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18 de junho - Cenário era de destruição e de caos na região central de São Paulo após ação de vândalos que se aproveitaram do protesto de milhares para depredar e saquear lojasFoto: Fernando Borges / Terra
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Foto: Fernando Borges / Terra
18 de junho - Lojas Americanas também foram alvo de vândalos em São Paulo
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Foto: Gabriela Biló / Futura Press
18 de junho - Durante protesto na noite desta terça-feira no centro de São Paulo, vândalos aproveitaram o fim do ato para praticar saques e destruir lojas e agências bancárias. Na foto, jovem depreda unidade da rede McDonald's
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Foto: Gabriela Biló / Futura Press
18 de junho - Após invadir loja da rede de fast food McDonald's, jovem utiliza máquina de sorvete no centro de São Paulo
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Foto: Fernando Borges / Terra
18 de junho - Agência do banco Itaú foi depredada na praça do Patriarca em São Paulo
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18 de junho - Uma van da TV Record foi depredada e incendiada por manifestantesFoto: Fernando Borges / Terra
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Foto: Fernando Borges / Terra
18 de junho - Uma van da TV Record foi depredada e incendiada por manifestantes
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18 de junho - Jovens chutam porta da prefeitura de São PauloFoto: Fernando Borges / Terra
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Foto: Fernando Borges / Terra
18 de junho - Uma van da TV Record foi depredada e incendiada por manifestantes
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Foto: AFP
18 de junho - Datafolha estimou que o protesto de hoje reuniu 50 mil pessoas em São Paulo. Na foto, os manifestantes se concentram em frente à prefeitura
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18 de junho - Um grupo de manifestantes furou o bloqueio da Polícia Militar em frente à prefeitura de São Paulo e atirou grades que cercavam o prédio contra a portaFoto: Ale Vianna / Brazil Photo Press
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18 de junho - Policiais apenas observaram o ato pacífico de milhares de manifestantes que foram às ruas nesta terça-feiraFoto: Fernando Borges / Terra