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SP: parede cai devido a chuva e mata bebê de 8 meses

Chuva causou outra morte no Guarujá, além de prejuízos em diversas partes do Estado

14 jan 2014 - 16h20
(atualizado às 16h32)
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Um bebê de 8 meses morreu na segunda-feira, em São Paulo, por conta das fortes chuvas que atingiram a capital paulista. De acordo com a Defesa Civil do Estado, por conta do grande volume de precipitação, a parede da casa onde vivia a criança, na rua Sabino Romariz, na região do Grajaú, zona sul da capital paulista, desabou, por volta das 17h.

Após a enxurrada derrubar a parede sobre a criança, populares a resgataram e encaminharam ao hospital do Grajaú. O bebê, porém, não resistiu aos ferimentos. 

Na cidade do Guarujá, no litoral sul de São Paulo, uma mulher de 36 anos morreu após ser atingida por um raio, na praia da Enseada, por volta das 15h de segunda-feira. Ela foi socorrida por homens do Corpo de Bombeiros e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do local, mas não resistiu e morreu ainda no local. Segundo a Defesa Civil, outras pessoas que estavam na faixa de areia também sentiram a descarga, mas passam bem.

Em Várzea Paulista, no interior do Estado, a chuva provocou destelhamento de casas, interrupção no fornecimento de energia elétrica e quedas de árvores em vias públicas, por volta das 15h de ontem. 

Segundo a Defesa Civil, no bairro Jardim Paraíso, o vento destelhou duas casas e a escola estadual Tibúrcio Estevam de Siqueira. As residências foram interditadas, deixando quatro pessoas desalojadas, mas a escola foi liberada para uso. 

Ainda de acordo com a Defesa Civil, houve várias quedas de árvores na área central da cidade, além das regiões leste e norte da Cidade.

Também no interior, a cidade de São Roque registrou deslizamentos de terra, por volta das 19h de ontem, por conta da chuva. Os incidentes deixaram 11 pessoas desalojadas. 

Em Caieiras, na região metropolitana de São Paulo, dois condomínios localizados na avenida Engenheiro Olindo Dartora, no bairro Morro Grande, foram atingidos por um forte vendaval. Por conta disso, o local - que conta com 26 blocos com quatro prédios cada bloco, num total de 104 prédios de cinco pavimento cada um - foi inspecionado.

Durante a inspeção, a Defesa Civil constatou que 24 prédios foram parcialmente destelhados e tiveram a estrutura dos telhados danificadas. Por conta disso, 100 pessoas tiveram seus imóveis interditados e precisaram ser realojadas para a casa de parentes. 

Sobe para 12 o número de mortos em Itaóca

A Defesa Civil de São Paulo informou, na tarde desta terça-feira, que subiu para 12 o número de mortos por conta da chuva na cidade de Itaóca, na região do Vale do Ribeira, interior de São Paulo.  Dados preliminares apontam que 83 famílias - cerca de 332 pessoas - continuam desalojadas no município. Nove pessoas foram abrigadas na Escola Municipal Elias Lages de Magalhães. A Defesa Civil confirmou a existência de pessoas desaparecidas, mas não confirmou o número.

O governador Geraldo Alckmin decidiu no início da noite desta segunda-feira permanecer na região do Alto Ribeira para acompanhar os trabalhos nas cidades de Itaóca e Apiaí, municípios atingidos por uma enxurrada na noite de domingo. 

Segundo o governo paulista, Alckmin vai acompanhar de perto os trabalhos de uma força tarefa montada na região. Pela manhã, o governador acompanhará os trabalhos de desobstrução do rio Palmital, que transbordou e atingiu Itaóca.

Durante toda a tarde de ontem, o governador vistoriou a cidade de Itaóca, onde conversou com moradores e liderou uma reunião ao lado do coordenador estadual de Defesa Civil, coronel Marco Aurélio Alves Pinto, e do prefeito Rafael Camargo.

Fonte: Terra
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