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Rodoviários prometem 'operação tartaruga' em Porto Alegre

30 jul 2014 - 22h01
(atualizado às 22h05)
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Cartaz divulgado nas redes sociais orienta sobre os procedimentos que deverão ser adotados pelos rodoviários durante a operação padrão, nesta quinta-feira em Porto Alegre
Cartaz divulgado nas redes sociais orienta sobre os procedimentos que deverão ser adotados pelos rodoviários durante a operação padrão, nesta quinta-feira em Porto Alegre
Foto: Facebook / Reprodução

Os rodoviários de Porto Alegre anunciaram que será feita "operação padrão", também conhecida como "operação tartaruga", nesta quinta-feira nos horários de pico. A previsão é que o movimento seja realizado nos horários das 7h às 9h e das 17h às 19h, nos principais eixos da capital gaúcha. Se a ação for efetivada, motoristas e passageiros deverão ficar atentos a possíveis transtornos no trânsito. 

O movimento foi anunciado no início da noite desta quarta-feira após reunião da categoria. Segundo o representante dos profissionais, Alceu Weber, a manifestação se dá porque somente em 2014 motoristas e cobradores receberam 600 multas de trânsito. O que representa uma média de 2,8 por dia, que atinge um custo médio mensal de R$ 1285,71.

"As tripulações serão orientadas quanto a forma correta de proceder em operações padrão, bem como, da importância de fugir deste processo "bola de neve" que é ficar correndo no intuito de atingir uma etapa impossível de se cumprir a exemplo dos horários mal planejados das empresa", afirmou Weber, em nota. Ele afirmou que esta postura conta com o aval da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), que permite a prática de tabelas horárias complicadas. "Esta irresponsabilidade é no mínimo vexatória, pra não dizer criminosa, pois esta põe em risco todos que circulam nas vias, seja ele cidadão, ciclistas, passageiro e/ou terceiro em seu veículo particular", diz a nota.

A operação também buscar avançar no debate da extinção do banco de horas. O tema foi uma das principais reivindicações da greve da categoria no início deste ano, que resultou em paralisação total do transporte público por 16 dias. Outro ponto que os rodoviários buscam tratar é o impasse envolvendo demissões, que eles consideram de cunho político. 

Fonte: Terra
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