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População brasileira é de 213,4 milhões, estima IBGE

O Censo e as projeções populacionais tem mostrado uma desaceleração do crescimento do número de habitantes

28 ago 2025 - 09h46
(atualizado às 09h46)
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Resumo
A população brasileira é estimada em 213,4 milhões de habitantes em 2025, com crescimento desacelerado; a tendência é atingir o pico em 2041 e começar a diminuir, impactando o bônus demográfico.
População do país cresceu 0,39% em relação ao ano passado, chegando a 213,4 milhões de habitantes
População do país cresceu 0,39% em relação ao ano passado, chegando a 213,4 milhões de habitantes
Foto: Claudio Vieira/PMSJC

A população do Brasil é estimada em 213.421.037 habitantes, de acordo com novos dados divulgados nesta quinta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa, publicada no Diário Oficial da União, aponta o total de moradores de Estados e municípios. O crescimento é de 0,39% na comparação com os dados do ano passado. Em 2024, a estimativa apresentada foi de 212.583.750 pessoas.

Nos últimos anos, o Censo e as projeções populacionais do IBGE tem mostrado uma desaceleração do crescimento do número de habitantes, reflexo da queda do número de filhos por mãe e do envelhecimento dos brasileiros. A última projeção populacional feita pelo IBGE apontou que a população brasileira atingirá seu ápice em 2041, quando chegar a 220.425.299 habitantes. Depois desse ano, o número de brasileiros começará a diminuir, chegando a 199.228.708 até 2070.

Isso significa dizer que, em menos de duas décadas, o Brasil já terá um crescimento negativo; ou seja, o número de mortes será maior que o de nascimentos e a população terá um envelhecimento ainda mais acelerado. Este fato evidencia a tendência do fim do chamado bônus demográfico (quando a proporção de jovens, a população economicamente ativa, é maior do que a de idosos e crianças, aumentando as chances do País elevar o seu PIB).

O período de bônus demográfico se iniciou há cerca de 50 anos e já começa a perder seus efeitos antes mesmo de 2030, quando a maior parcela da população já será de idosos, aumentando a pressão sobre os gastos em saúde e previdência social.

Estadão
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