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O que se sabe sobre arrastão em prédio em Higienópolis

Secretaria diz que Polícia Civil investiga o caso e realiza diligência para identificar os criminosos

14 mai 2025 - 10h22
(atualizado às 13h55)
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Um grupo de criminosos armados invadiu um prédio residencial nesta terça-feira, 13, em Higienópolis, na região central de São Paulo. O caso é investigado pela 1.ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco) e a Secretaria da Segurança Pública do Estado diz que a Polícia Civil realiza diligências para identificar os assaltantes.

Veja o que se sabe até agora sobre o caso.

Onde foi o crime?

O crime aconteceu na Rua Dr. Gabriel dos Santos, em Higienópolis. O prédio alvo dos criminosos é um edifício de alto padrão e possui um reforçado esquema de segurança, com dois portões na entrada de pedestres, câmeras de monitoramento na entrada para veículos e registro de reconhecimento facial.

Segundo Radar da Criminalidade, plataforma do Estadão com base nos dados da SSP, a via registrou aumento acima de 80% nos casos de roubos e furtos. Foram 47 crimes no local em março deste ano contra 26 no mesmo período de 2024

Como o crime aconteceu?

Por volta das 7h, o grupo de criminosos armados que invadiu o prédio. Eles usaram um carro com placa clonada, em um modelo parecido com o de um morador, para entrar na garagem, de acordo com investigadores.

Antes, eles já haviam cortado os cabos dos equipamentos de acesso à internet. Com isso, as câmeras de monitoramento foram desligadas. Os moradores foram feitos como reféns. Os assaltantes circularam pelos andares e saquearam os apartamentos.

O que foi levado das vítimas?

A Secretaria da Segurança Pública do Estado informou que foram roubados "um anel de brilhante, quantias em dinheiro e outros objetos".

Em entrevista ao Estadão, uma moradora relatou os momentos de pânico.

"Fui acordada pelo meu pai e por um dos bandidos. Pensei que fosse um pesadelo. Não achei que era real. Eles conseguiram levar muita coisa nossa", diz uma das vítimas por mensagem de áudio enviada ao Estadão. Assustada, ela preferiu não se identificar.

Alguém foi preso?

A reportagem apurou que investigadores foram deslocados para o Parque do Gato, uma comunidade no Bom Retiro, região central, para averiguar a presença dos veículos usados no crime. Até a publicação do texto, nenhuma pessoa tinha sido presa.

O que diz a Secretaria da Segurança Pública?

A pasta diz que o caso é investigado pela 1ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco), e que o policiamento foi reforçado na região. "A Polícia Civil realiza diligências para localizar os criminosos".

Estadão
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