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O que se sabe sobre a morte de dois suspeitos de roubar casa na zona sul de SP

Ocorrência começou após criminosos, junto de outros três homens, invadirem uma residência no bairro do Ipiranga

27 ago 2025 - 23h14
(atualizado às 23h21)
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Dois homens suspeitos de invadir uma residência morreram nesta quarta-feira, 27, após entrarem em confronto com policiais militares na Avenida Doutor Ricardo Jafet, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Os tiros foram disparados após os criminosos, junto de outros homens, assaltarem uma casa no bairro Ipiranga e resistirem à abordagem policial.

O grupo já tinha escapado da cena do crime, quando a Polícia Civil chegou para atender a esta ocorrência. Os policiais já monitoravam a quadrilha por conta de invasões a residências que os bandidos teriam praticado na região.

Os agentes começaram a perseguição e alcançaram os criminosos, que resistiram à abordagem. Eles não teriam parado o carro, o que motivou os disparos pela Avenida Doutor Ricardo Jafet.

Dois homens, não identificados, foram mortos. Outro foi atingido, mas conseguiu escapar. Um integrante do grupo também tentou fugir, saltando em um córrego que passa pela via, mas acabou se machucando e precisou ser hospitalizado. Um quinto membro do grupo foi preso.

De acordo com o delegado Deglayr Barcellos, do Corpo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Cerco), a Polícia Civil estava investigando a quadrilha e já havia identificado outros roubos à residência praticados pelo grupo nas semanas anteriores.

"Temos notícias, até o momento, de um roubo na segunda-feira da semana passada, uma tentativa na quarta e outro na sexta. O veículo utilizado hoje foi identificado já sendo produto de um furto a residência praticado no dia 13 de agosto. Então, além do fato de hoje, há outros quatro fatos já de conhecimento (da Polícia Civil)", disse em entrevista à Rede Globo.

O secretário executivo da Secretaria da Segurança Pública, Oswaldo Gonçalves Nico, deu detalhes do modus operandi do grupo criminoso.

"Uma quadrilha que, quando invade a casa, eles amarram as pessoas, judiam, batem", afirmou, também em entrevista à emissora. "Os policiais estavam atrás deles, na bota deles", acrescentou.

Estadão
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