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MP pede prisão de pastor suspeito de aplicar golpes milionários em fiéis

De acordo com a Polícia Civil, cerca de 30 pessoas afirmam terem sido vítimas de Péricles Cardoso de Melo

20 set 2023 - 12h17
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Pastor Péricles Cardoso é suspeito de praticar estelionato contra fiéis da igreja
Pastor Péricles Cardoso é suspeito de praticar estelionato contra fiéis da igreja
Foto: Reprodução/Facebook

Suspeito de estelionato, o pastor Péricles Cardoso de Melo teve o pedido de prisão requerido pelo Ministério Público da Paraíba (MP-PB), segundo apurado pelo jornal O Globo. A Polícia Civil já havia apontado que ele recebeu ao menos R$ 3 milhões em golpes praticados contra fiéis da igreja Assembleia de Deus em João Pessoa. 

O religioso já havia sido afastado de suas funções desde 14 de julho, após uma decisão da diretoria estadual da Assembleia de Deus. As denúncias que culminaram nesse afastamento vieram de membros da congregação que denunciam terem vítimas dos alegados crimes. Segundo a Polícia Civil da Paraíba, cerca de 30 pessoas teriam sido enganadas pelo pastor.

Nas redes sociais, em postagem feita em julho, a Assembleia de Deus afirmou que "segundo apurado inicialmente, o Sr. Péricles Cardoso de Melo teria praticado crimes como estelionato e furto contra a igreja, congregados e pessoas próximas".

As denúncias também apontam que Péricles se aproveitava de sua posição de pastor para ganhar a confiança das vítimas, segundo O Globo. Para efetuar os golpes, o investigado empregava diferentes estratégias, incluindo o uso indevido de cartões de crédito dos fiéis, obtenção de cheques e notas promissórias, bem como a realização de empréstimos.

De acordo com informações do Portal T5, que teve acesso ao parecer assinado pela promotora Gláucia Xavier, o pastor está sendo acusado de apropriação indébita e estelionato. O Ministério Público também solicitou à Justiça da Paraíba a prisão preventiva do investigado, bem como a autorização para a realização de um mandado de busca e apreensão.

O Terra tenta localizar a defesa do pastor. O espaço segue aberto para manifestações. 

Fonte: Redação Terra
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