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Moedas de R$ 1 que valem muito mais do que você imagina: colecionadores pagam até mil reais

Descubra as moedas de R$ 1 que ultrapassam seu valor facial e são disputadas por colecionadores, além de conhecer a recente operação da Polícia Federal contra a falsificação.

15 set 2025 - 12h37
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O Plano Real e o surgimento das moedas de R$ 1

Instituído em 1994 durante o governo de Itamar Franco, o Plano Real estabilizou a economia brasileira e introduziu o real como a nova moeda nacional. Desde então, as moedas de um real tornaram-se não só meio de troca, mas também objetos colecionáveis que preservam parte da memória econômica e cultural do país.

Moedas de R$ 1 que valem muito mais do que você imagina.
Moedas de R$ 1 que valem muito mais do que você imagina.
Foto: Raphael Ribeiro/Banco Central / Portal de Prefeitura

Exemplares que se destacam para colecionadores

Algumas edições especiais e raras de moedas de R$ 1 têm atraído atenção especial no mercado numismático, alcançando valores que ultrapassam em muito seu valor facial.

  • 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1998): Essa edição comemorativa foi limitada a apenas 600 mil unidades, tornando-se cobiçada. Atualmente, moedas em bom estado podem ser vendidas por cifras entre R$ 600 e R$ 1.100.
  • Bandeira dos Jogos Olímpicos (2012): Produzida para celebrar os Jogos Olímpicos realizados no Brasil, teve tiragem de 2 milhões de unidades. No mercado, pode valer até R$ 100.
  • Moeda de 1 real de 1999: Embora não comemorativa, sua baixa tiragem (cerca de 3 mil peças) faz dela um item raro. Exemplares bem conservados chegam a ser negociados por até R$ 12.
  • Centenário de Juscelino Kubitschek (2002): Lançada em homenagem ao ex-presidente, com 50 milhões de exemplares. Mesmo assim, em estado de "Flor de Cunho" (conservação impecável), pode valer mais de R$ 20.
  • 40º Aniversário do Banco Central (2005): Com 40 milhões de unidades, algumas moedas em excelente estado já alcançam preços próximos de R$ 100, e a tendência é valorizar ainda mais com o tempo.

Falsificação: uma ameaça constante

A Polícia Federal tem reforçado o combate à falsificação de moeda no Brasil. Em maio de 2025, a Operação Numisma desarticulou um laboratório gráfico responsável por produzir cédulas falsas no valor total de R$ 1,6 milhão. A prática é considerada crime federal, com penas que variam entre 3 a 12 anos de reclusão, além de multas.

Valor histórico e cultural do colecionismo

Além do valor material, as moedas comemorativas e raras são documentos históricos que refletem momentos importantes do Brasil, desde avanços sociais até eventos esportivos. O colecionismo ajuda a preservar essa memória e desperta interesse em historiadores e entusiastas.

Dicas para quem quer começar a colecionar

Antes de investir, é essencial estudar a procedência das moedas, entender as diferenças entre tiragens e estados de conservação, bem como verificar autenticidade para evitar fraudes que circulam no mercado.

Mercado em expansão e perspectivas

O interesse por moedas brasileiras raras tem crescido, motivado tanto por investidores quanto por apaixonados pela história nacional. O valor de peças específicas tende a aumentar com o tempo, tornando o colecionismo também uma forma de investimento.

Conservação e cuidados

Manusear as moedas adequadamente, guardar em local seco, usar cápsulas protetoras e não limpar de forma invasiva são práticas fundamentais para preservar o valor e evitar danos.

O papel da Casa da Moeda na garantia da qualidade

Fabricante das moedas brasileiras, a Casa da Moeda do Brasil adota rigorosos processos para garantir qualidade e autenticidade, imprescindíveis para a credibilidade e valorização dos itens no mercado.

Portal de Prefeitura
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