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Major da PM é preso por usar cargo para cobrar propina; oficial intimidava subordinados

Na manhã da terça-feira, 23 de setembro, o major da Polícia Militar do Paraná (PMPR), Alexandro Marcolino Gomes, foi preso preventivamente, acusado de cobrar propinas.

24 set 2025 - 08h04
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Na manhã da terça-feira, 23 de setembro, o major da Polícia Militar do Paraná (PMPR), Alexandro Marcolino Gomes, foi preso preventivamente. Ele é acusado de usar o cargo de comandante da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) de Loanda, no noroeste do estado, para cobrar propinas dentro da corporação.

Major da PM que foi preso.
Major da PM que foi preso.
Foto: Reprodução / Portal de Prefeitura

A prisão foi decretada pela Justiça Militar após o oficial se tornar réu em ação por corrupção passiva, em denúncia apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Segundo o Ministério Público (MP), o major exigia pagamentos ilegais para determinar transferências de policiais, tomar decisões em inquéritos militares e ainda intimidava subordinados.

Alexandro já havia sido preso em 22 de maio deste ano, durante a Operação Zero Um, sob suspeita de "vender" procedimentos internos da corporação. À época, ele chegou a obter prisão domiciliar.

Desta vez, a detenção ocorreu em sua residência, em Maringá, durante a Operação Transparência, também conduzida pelo Gaeco.

Além da prisão preventiva, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias, veículos e imóveis do major, no valor de R$ 344.333,00.

Outra prisão

Apontado como integrante de uma organização criminosa ligada ao tráfico internacional de drogas e à lavagem de dinheiro, Alexandre Constantino Furtado, presidente da escola de samba Império de Casa Verde e vice-presidente da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, foi preso nesta terça-feira, 23 de setembro, durante uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo (FICCO-SP).

Segundo a Polícia Federal (PF), Alexandre integra o Primeiro Comando da Capital (PCC).

A ação cumpre 22 mandados de prisão preventiva e 40 de busca e apreensão em São Paulo, Pará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás. Na capital paulista, 11 endereços foram alvos, incluindo dois dentro da própria escola de samba Império de Casa Verde. Além das prisões, a Justiça determinou o sequestro e bloqueio de bens e valores até o limite de R$ 291,5 milhões.

A operação conta com a participação da Polícia Federal, Polícia Militar, Receita Federal, Secretaria da Segurança Pública e Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, além da Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Portal de Prefeitura
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