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Mais cinco vítimas do acidente em Capitólio são identificadas; dez morreram no fim de semana

Piloto da lancha e membros da mesma família foram reconhecidos pela Polícia Civil de Minas nesta segunda-feira, 10. Óbitos foram causados por 'trauma de altíssima energia', diz perito

10 jan 2022 11h17
| atualizado às 16h10
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Mais cinco vítimas do acidente em Capitólio foram identificadas nesta segunda-feira, 10. A Polícia Civil confirmou os seguintes nomes: Rodrigo Alves dos Anjos, de 41 anos, natural de Betim (MG); Geovany Gabriel Oliveira da Silva, de 14 anos, natural de Alfenas (MG); Geovany Teixeira da Silva, de 37 anos, natural de Itaú de Minas (MG); Thiago Teixeira da Silva Nascimento, de 35, natural de Passos (MG); e Carmen Pinheiro da Silva, de 43 anos, de Cajamar (SP). Foram confirmadas dez mortes e as outras cinco vítimas já tinham sido identificadas neste domingo, 9.

Rocha desabou sobre turistas em um cânion de Capitólio, a 293 km de Belo Horizonte, neste sábado, 8
Rocha desabou sobre turistas em um cânion de Capitólio, a 293 km de Belo Horizonte, neste sábado, 8
Foto: Reprodução/Redes sociais / Estadão

Geovany Teixeira era pai de Geovany Gabriel e Thiago era o primo do mais velho. Carmen era mulher de Geovany Teixeira. As vítimas faziam parte do grupo que estava na lancha com o nome Jesus e foi a mais atingida pela pedra que se deslocou do do canyon. O piloto da embarcação, Rodrigo, foi o quarto identificado nesta segunda-feira. Ele tinha experiência em prestar serviços náuticos, segundo a polícia, e estava com a habilitação em dia.

De acordo com a Polícia Civil, somam nove pessoas identificadas até o momento. Júlio Borges Antunes, de 68 anos, natural de Alpinópolis (MG), Camila Silva Machado, de 18 anos, natural de Paulínia (SP) e Mykon Douglas de Osti, de 24 anos, natural de Campinas (SP). Os três corpos já foram liberados aos familiares.

Sebastião Teixeira da Silva, de 64 anos, natural de Anhumas (SP) e a esposa, Marlene Augusta Teixeira da Silva, de 57 anos, natural de Itaú de Minas (MG) que aguardam serem retirados do Posto Médico-Legal (PML) pelos parentes.

O delegado regional em Passos, Marcos Pimenta, informou que os ocupantes que estavam na lancha mais afetada se conheciam e estavam hospedados em uma pousada em São José da Barra.

O médico-legista do PPI, Marcos Amaral, conta que "foi um trauma de altíssima energia". Devido à situação dos corpos, estão sendo aplicados os protocolos adotados no caso das vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte.

Estadão
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