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Líderes de protesto fazem exigências no RS: ignorar é 'tiro no pé'

Manifestação marcada para a quinta-feira em Porto Alegre tinha 28 mil confirmados no Facebook

19 jun 2013
17h31
atualizado às 18h03
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O movimento Bloco de Luta pelo Transporte Público, que lidera os protestos contra o aumento das tarifas de ônibus em Porto Alegre (RS), elaborou uma lista de exigências e pretende entregá-la na próxima quinta-feira ao prefeito da cidade, José Fortunati (PDT), e ao governador do Estado, Tarso Genro (PT). A partir das 18h de amanhã, o grupo se reúne com milhares de manifestantes em frente à prefeitura, na mobilização intitulada "Quinta-feira vai ser gigante". No Facebook, mais de 28 mil pessoas tinham confirmado presença. De acordo com Matheus Gomes, um dos representantes do bloco, se os pedidos forem ignorados, os governantes estarão dando "um tiro no pé".

<p>Bloco de Luta pelo Transporte Público lidera os protestos contra o aumento das tarifas do transporte público em Porto Alegre (RS)</p>
Bloco de Luta pelo Transporte Público lidera os protestos contra o aumento das tarifas do transporte público em Porto Alegre (RS)
Foto: Itamar Aguiar / Futura Press

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"As manifestações de rua têm sido a forma com que conseguimos expressar nossas reivindicações. Queremos resposta do governo na mesma forma como entregamos, queremos declarações sobre o que o povo está endossando. Nós achamos que a pior escolha que os governos têm a fazer agora é ignorar, isso é um tiro no pé. Nós estamos dando o recado, se ignorar, vai crescer a mobilização na rua", afirmou ele.

O grupo exige a redução imediata do preço das passagens; transporte 100% público e sem privatização; abertura das contas das empresas; passe livre para estudantes, empregadas domésticas e idosos, o fim da criminalização dos movimentos sociais e nenhum dinheiro público investido na Copa do Mundo e outros megaeventos.

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"Temos um objetivo ousado, queremos construir uma mobilização social que possa garantir o máximo das reivindicações. O que vem depois? Eu não tenho como afirmar, mas há um sentimento na juventude de continuar se mobilizando", disse Matheus Gomes, que espera não ver cenas de confusão e vandalismo no protesto de amanhã.

"O Bloco de Lutas tem uma perspectiva de incentivar o diálogo com a população, não nos pautamos com nenhum outro tipo de ação como vem ocorrendo de forma espontânea e desorganizada, inclusive aqui. Queremos que seja mostrado a diferença das coisas, há um monitoramento forte dos organizadores do protesto e uma forte repressão policial em cima da gente", concluiu ele.

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Fonte: Terra
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