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Incêndios em museus não são inéditos na história do Brasil

Há 40 anos, o Museu de Arte Moderna do Rio teve quase todo o acervo destruído, além de outros casos nos últimos anos

3 set 2018
02h50
atualizado às 08h01
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A tragédia do incêndio no Museu Nacional não é inédita na história do Brasil. Outros incêndios em instituições científicas já haviam causado dano ao avanço do conhecimento no país. Relembre:

O Museu Nacional, em chamas
O Museu Nacional, em chamas
Foto: José Lucena / Futura Press

Museu da Língua Portuguesa

Em 21 de dezembro de 2015, atingiu principalmente a torre do museu, instalado no prédio da Estação da Luz. Deixou uma vítima e, além de destruir parcialmente o imóvel, consumiu todo seu acervo, em sua maioria, digital.

Memorial da América Latina

Destruiu em 29 de novembro de 2013 os interiores do auditório Simón Bolívar, parte integrante do complexo do Memorial da América Latina, deixando 11 bombeiros feridos. Além do prédio, a principal obra atingida foi uma tapeçaria da artista Tomie Ohtake que recobria inteiramente uma de suas paredes.

Instituto Butantã

Em 15 de maio de 2010, destruiu um dos maiores acervos vivos de cobras tropicais do mundo, estimado em 80 mil exemplares, além de milhares de aranhas e escorpiões.

Museu de Arte Moderna do Rio

Em 8 de julho de 1978, destruiu quase todo o acervo, incluindo obras de Picasso e Dali, além de todos os volumes da biblioteca de artes visuais. O prejuízo foi avaliado recentemente em R$ 60 milhões.

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Estadão

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