Greve da CPTM acabou? Entenda até quando vai paralisação de trens em SP
Paralisação nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade segue por tempo indeterminado após impasse entre ferroviários e governo
A greve dos ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) pode estar longe de terminar. O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil (STEFZCB) decidiu manter a paralisação nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade após considerar insuficiente a proposta apresentada pelo Governo de São Paulo.
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A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira, 4. Uma nova assembleia está marcada para a tarde desta quarta-feira, 5, quando os trabalhadores deverão avaliar os próximos passos do movimento.
Até quando vai a greve?
A paralisação foi mantida por tempo indeterminado e só poderá ser encerrada após uma nova deliberação dos ferroviários em assembleia.
Rodízio de veículos está suspenso?
Em razão dos impactos causados pela greve no transporte público, a Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio municipal de veículos nesta terça-feira, 4. A medida seguirá na quarta-feira, 5.
Quais linhas estão paralisadas?
A greve afeta exclusivamente as linhas administradas pela CPTM que atualmente estão sob operação temporária da companhia:
- Linha 11-Coral;
- Linha 12-Safira;
- Linha 13-Jade.
Quais linhas continuam funcionando?
As demais linhas sobre trilhos seguem operando normalmente. Na CPTM, permanecem em funcionamento:
- Linha 7-Rubi;
- Linha 10-Turquesa.
As linhas concedidas à iniciativa privada também seguem funcionando normalmente, como a 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda. As linhas do Metrô de São Paulo também estão operando normalmente, sem impacto da greve.
O que querem os ferroviários?
O principal motivo da greve é a preocupação com o futuro dos trabalhadores após a concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade à iniciativa privada.
Segundo o sindicato, cerca de 2,3 mil empregados da CPTM correm o risco de perder seus postos de trabalho caso não haja uma garantia formal de que serão absorvidos pela futura operação da concessionária.
Além da manutenção dos empregos, a categoria também defende a reestatização das três linhas.

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