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Governo de SP fechará estabelecimentos suspeitos de vender bebidas adulteradas

Medida é cautelar e foi anunciada nesta terça, 30, após o Estado registrar mortes decorrentes de intoxicação por metanol

30 set 2025 - 12h40
(atualizado às 13h56)
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O governo de São Paulo vai interditar os estabelecimentos suspeitos de vender bebidas adulteradas. A medida é cautelar e foi anunciada nesta terça-feira, 30, pelo governador Tarcísio de Freitas. Até agora, o Estado tem cinco mortes suspeitas de intoxicação por metanol e investiga 15 casos de contaminação.

Em coletiva de imprensa no início da tarde, o governador descartou o envolvimento do PCC com os casos.

"Muito tem se especulado sobre participação do crime organizado. Não há evidências de participação do crime organizado. Pessoas que trabalham nas destilarias investigadas não tem ligação com o crime e não têm ligação entre si", disse ele.

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O governador destacou ainda que o problema é "estrutural, não só de São Paulo, mas do Brasil. É um problema de saúde Pública". Dentre as ações imediatas também está a criação do governo gabinete de crise, com Saúde e Segurança Pública e Interdição.

Fachada do Bar e Restaurante Ministrão localizado na Al.Lorena, 1218 em São Paulo, apontado em boletim de ocorrência como sendo um dos locais onde foram vendidas bebidas contaminadas.
Fachada do Bar e Restaurante Ministrão localizado na Al.Lorena, 1218 em São Paulo, apontado em boletim de ocorrência como sendo um dos locais onde foram vendidas bebidas contaminadas.
Foto: Daniel Teixeira/Estadao / Estadão

PF abre investigação

Mais cedo, o governo federal anunciou que a Polícia Federal abriu inquérito para investigar a contaminação de bebidas alcoólicas com metanol.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que pediu a abertura do inquérito após indícios de que haja distribuição de bebidas contaminadas para outros Estados do País.

"No momento, (as ocorrências) estão concentradas em São Paulo, mas tudo indica que há distribuição para além do Estado de São Paulo e, portanto, por ser ocorrência que transcende o limite de um Estado atrai a competência da Polícia Federal", disse o ministro.

Estadão
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