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Empresário morto no Autódromo de Interlagos: polícia dá novos passos 9 meses depois; entenda

Investigadores ouviram testemunhas e cumpriram mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira; corpo de Adalberto Amarilio foi encontrado em um buraco de obra no autódromo em junho de 2025

26 mar 2026 - 22h08
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Nove meses após a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, encontrado sem vida em um buraco de obra no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo, a Polícia Civil avançou nas investigações para identificar os autores do crime. O caso aconteceu em junho do ano passado e, até o momento, ninguém foi preso.

Nesta quinta-feira, 26, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) cumpriu mandados de busca e apreensão e ouviu testemunhas em sua sede. Celulares foram apreendidos e também serão periciados.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP) não deu detalhes sobre as testemunhas e a identidade dos alvos dos mandados.

Corpo do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior foi encontrado em uma área em obras nas proximidades do Autódromo de Interlagos
Corpo do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior foi encontrado em uma área em obras nas proximidades do Autódromo de Interlagos
Foto: Facebook/ Juni Or/ Reprodução / Estadão

Adalberto Amarilio foi encontrado morto no dia 3 de junho de 2025, sem algumas de suas roupas, sem documentos, dentro de um buraco de obra no Autódromo de Interlagos. Dias antes, ele participava de um evento de automobilismo no local - ele chegou a ficar desaparecido por três dias.

A principal suspeita da polícia é que ele tenha sido agredido por funcionários depois de supostamente adentrar uma área proibida do kartódromo para acessar o estacionamento, onde seu carro estava estacionado. A polícia acredita que ele tenha sido asfixiado com um mata leão e colocado no buraco já sem vida.

No ano passado, um dos focos da investigação foram seguranças de uma empresa que prestou serviço para o evento. As investigações apuraram que a lista de funcionários escalados para trabalhar no local não correspondia com a relação de nomes de pessoas que, de fato, trabalharam na noite em que Adalberto Amarilio foi assassinado.

Na época, a Polícia Civil até chegou a prender um suspeito, um lutador de jiu-jitsu com passagem pela polícia por furto, associação criminosa, lesão corporal e ameaça. Ele era alvo de um mandado de busca e apreensão, mas foi detido em flagrante após a polícia encontrar 21 munições com ele. Ele pagou fiança e foi liberado.

Também em 2025, outros três seguranças foram levados ao DHPP para prestar depoimento, mas permaneceram em silêncio por ordem dos advogados. Um quinto segurança alvo de busca não foi localizado pela polícia.

Estadão
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