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Deslizamento em rota turística no Chile deixa duas crianças brasileiras mortas

Meninas de 3 e 7 anos participavam com a família de uma caminhada nas imediações do reservatório El Yeso. Governo local diz que irá apurar responsabilidade dos agentes de turismo, já que área era considerada de risco

3 jun 2019 - 19h10
(atualizado às 19h13)
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SANTIAGO - Duas crianças brasileiras de 3 e 7 anos morreram nesta segunda-feira, 3, depois de serem atingidas por uma rocha no reservatório El Yeso, em San José de Maipo, a cerca de 60 quilômetros da capital chilena Santiago.

De acordo com informações da polícia, no momento do acidente as duas meninas estavam uma área cujo acesso era proibido. A responsabilidade do gestor turístico da área está sob apuração.

As duas viajavam com seus pais em um micro-ônibus de turismo com outras vinte pessoas. De acordo com a polícia, a criança mais jovem morreu no local, enquanto a menina de 7 anos ainda chegou a ser socorrida, mas morreu em um centro médico.

Em razão da emergência, um helicóptero da brigada policial foi deslocado para o local na tentativa de realizar o resgate. Os policiais informaram que o acidente aconteceu na rota G-455, na altura do km 22, em San José de Maipo.

O governo local informou à imprensa que as crianças foram atingidas pelas rochas que deslizaram em um local onde há sinais de advertência sobre o perigo da área. A administração provincial acrescentou que pode haver responsabilização por parte dos agentes de turismo.

"Há sinais, os operadores turísticos sabem como isso funciona, existe uma lei municipal, o município está constantemente em contato com os operadores turísticos. Existem regras claras em vigor e eles são de conhecimento público ", declarou Mireya Chocai, do governo local.

Segundo a investigação policial, o veículo que levava os vinte turistas passou por uma barreira localizada na área de La Cortina e que impede o tráfego por razões de segurança. Nesse local, os turistas começaram a realizar uma caminhada quando aconteceu o deslizamento que atingiu as menores.

O acidente acontece quase duas semanas depois da morte de seis turistas brasileiros em um apartamento no bairro Bellas Artes, no centro de Santiago, por intoxicação por monóxido de carbono. /EFE

Estadão
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