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Polícia

Defesa pede revogação de prisão de influenciador Hytalo Santos e marido

Argumento é que a investigação já tramitava desde 2020 e não haveria motivos para decretar a preventiva

16 ago 2025 - 11h29
(atualizado às 11h46)
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Resumo
A defesa de Hytalo Santos e Israel Nata Vicente pede a revogação da prisão preventiva, alegando ausência de justificativa, enquanto o juiz sustenta que a medida é necessária para preservar provas e testemunhas.
O influenciador digital Hytalo Santos ao chegar ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), em São Paulo
O influenciador digital Hytalo Santos ao chegar ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), em São Paulo
Foto: RAUL LUCIANO/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A defesa do influenciador digital Hytalo Santos e de seu marido, Israel Nata Vicente, apresentou um habeas corpus ao Tribunal de Justiça da Paraíba pedindo a revogação da prisão preventiva deles, efetuada na sexta-feira, 15, a pedido do Ministério Público sob suspeita de exploração sexual infantil nas redes sociais.

A defesa argumenta que a investigação sobre o caso existe desde 2020 e, por isso, não haveria justificativa legal para decretar a prisão preventiva neste momento.

"Entendemos que os fatos já vinham sendo apurados há algum tempo e nunca foi vista nenhuma irregularidade pelo Ministério Público", afirmou o advogado Sean Abib, um dos integrantes da equipe de defesa do influenciador.

A prisão foi decretada pelo juiz Antonio Rudimacy Firmino de Sousa, da 2ª Vara de Bayeux (PB), sob o argumento de que eles poderiam destruir provas e ocultar valores financeiros obtidos com a prática das ações de exploração sexual infantil. O juiz escreveu que os dois já estavam atuando para "destruição deliberada de documentos e tentativa de coação de testemunhas".

"A prisão dos investigados apreenta-se, portanto, como medida imprescindível para a preervação da instrução processual, protegendo as provas e as testemunhas de novas investidas ilícitas", disse em sua decisão.

O habeas corpus foi apresentado na segunda instância, ao Tribunal de Justiça da Paraíba. Por se tratar de final de semana, foi distribuído a um desembargador plantonista, que vai analisar o caso.

Estadão
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