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Defesa de mulher aciona polícia após entrevistas de homem em situação de rua

Givaldo Alves expôs publicamente detalhes das relações sexuais que teria mantido com a mulher após repercussão do caso; ela segue internada

29 mar 2022 - 17h29
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Givaldo Alves de Souza foi agredido por personal trainer após ter sido flagrado fazendo sexo com a esposa dele em um carro na rua
Givaldo Alves de Souza foi agredido por personal trainer após ter sido flagrado fazendo sexo com a esposa dele em um carro na rua
Foto: Metrópoles

A defesa da mulher encontrada dentro de um carro fazendo sexo com um homem em situação de rua acionou a Polícia Civil do Distrito Federal, após as declarações consideradas "desrespeitosas e ofensivas". As advogadas Auricélia Vieira de Sousa e Claudia Pignata não deram detalhes sobre a ação, e afirmaram que só farão novos pronunciamentos para as autoridades policiais e jurídicas.

O caso está sob segredo de Justiça. Em nota enviada ao Terra, as advogadas do casal repudiaram as declarações de Givaldo Alves, 48, que detalhou em entrevistas à imprensa o que teria acontecido entre ele e a mulher.

"A família e as advogadas expressam total repúdio a todas essas manifestações que vilipendiam a reputação e honra dessa vítima frente à sociedade", diz o comunicado.

De acordo com a defesa, a mulher encontrada no carro com Givaldo está internada sob tratamento médico intenso, para que restabeleça sua saúde física e mental.

Personal agrediu morador de rua após flagrante:

Entenda o caso

Givaldo Alves, 48, deu sua primeira entrevista sobre o caso na semana passada, expondo detalhes minuciosos sobre as relações sexuais que teria mantido com a mulher dentro do carro, antes de ser descoberto e agredido pelo marido dela, um personal trainer, em Planaltina (DF). O vídeo rapidamente viralizou nas redes sociais e já acumula milhões de visualizações e compartilhamentos. 

Ainda na semana passada, vazou uma entrevista produzida pela Band TV, em que Givaldo descrevia de forma mais íntima e explícita o que teria feito com a mulher dentro do carro. Quanto às imagens, a defesa do casal pede que as pessoas parem de compartilhar os vídeos nas redes sociais.

"Expõe de forma ultrajante não apenas essa vítima, mas todas as mulheres, que passam a ser retratadas como um objeti sexualizado e sem valor", argumentam as advogadas. 

Fonte: Redação Terra
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