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Assassinato de jovem de 21 anos que teve corpo concretado em casa foi premeditado, diz polícia

Ex-colega de trabalhou confessou crime e disse ter agido com comparsa, que ajudou a enterrar a vítima

14 mar 2025 - 11h12
(atualizado às 11h47)
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A Polícia Civil afirmou nesta quinta-feira, 13, que o assassinato de Clara Maria Venancio Rodrigues, de 21 anos, que teve o corpo concretado após ser morta, foi premeditado. 

Um colega de trabalho da vítima, Thiago Schafer Sampaio, de 27 anos, confessou ter matado a jovem com um mata-leão na noite do último domingo, 9, em Belo Horizonte.

Segundo a polícia, Sampaio teve a ajuda de um comparsa, Lucas Rodrigues Pimentel, de 29 anos, que também confessou o crime à investigação, de acordo com o MG2, da Rede Globo. Ele teria ajudado na ocultação do corpo, enterrou e cobriu Clara com entulhos de uma obra, além de uma camada de concreto na casa de Sampaio. Ambos estão presos.

Clara Maria Venâncio em foto publicada nas redes sociais
Clara Maria Venâncio em foto publicada nas redes sociais
Foto: Foto: Instagram / Reprodução

Ainda segundo a Globo, o namorado da vítima afirmou à polícia que foi a uma choperia, na última sexta-feira, 7, com Clara. No local, eles teriam visto Sampaio, que teria ficado magoado ao ver o casal, por já ter sido rejeitado por Clara.

A polícia afirma que Sampaio atraiu a jovem para a casa onde morava no Bairro Ouro Preto, na Região da Pampulha, dizendo que tinha uma dívida para acertar com a vítima, e a matou na cozinha. O corpo de Clara foi encontrado pela Polícia Civil no imóvel de Sampaio, depois de três dias.

A polícia agora apura se houve prática de necrofilia (uso de cadáver como objeto sexual), já que o corpo da vítima não foi enterrado logo após o crime e ficou exposto na sala do imóvel por cerca de um dia. 

Delegado Alexandre Oliveira da Fonseca.
Delegado Alexandre Oliveira da Fonseca.
Foto: Polícia Civil de Minas Gerais / Divulgação

Além disso, a investigação ouviu um jovem próximo aos suspeitos que também levantou a hipótese de que a dupla faria apologia ao nazismo. Em determinada ocasião, Pimentel teria falado palavras em alemão e demonstrado simpatia à ideologia. Clara teria o repreendido Pimentel, que não gostou da ser chamado a atenção.

O Terra tenta localizar as defesas dos citados neste texto. O espaço está aberto para manifestações.

Fonte: Redação Terra
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