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Bebê de 1 ano morre com sinais de abuso e tortura; mãe e padrasto são detidos

Bebê de 1 ano e 4 meses morre e corpo é encontrado em estado deplorável, até mesmo com rompimento do fígado; vizinhos prestaram depoimentos

30 abr 2025 - 08h11
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Bebê de 1 ano morre com sinais de abuso e tortura; mãe e padrasto são detidos
Bebê de 1 ano morre com sinais de abuso e tortura; mãe e padrasto são detidos
Foto: Reprodução/Unsplash / Contigo

A morte de um bebê de 1 ano e quatro meses chocou moradores de Balneário Piçarras, no Litoral Norte de Santa Catarina. A criança chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos graves ferimentos. A Polícia Civil trata o caso como suspeita de tortura e abuso sexual, tendo como principais envolvidos a mãe, de 21 anos, e o padrasto, um adolescente de 17. 

A situação ganhou atenção após a equipe do Pronto Atendimento da cidade perceber sinais evidentes de agressão na criança. O menino apresentava lesões severas, inchaço abdominal e rompimento do fígado. Profissionais de saúde também constataram fissuras anais e sangramento, o que levou à suspeita de violência sexual. As autoridades investigam ainda a possibilidade do menino ter sofrido violência sexual.

Devido ao estado crítico, o bebê foi transferido com vida para o Hospital Pequeno Anjo, em Itajaí, município vizinho. A prefeitura confirmou que o atendimento inicial foi realizado com rapidez e que tanto a Polícia Militar quanto o SAMU foram acionados imediatamente após a avaliação médica.

Prisão dos suspeitos

A mãe foi presa ainda no domingo (27), data em que levou o filho à unidade de saúde. O adolescente, companheiro dela, foi apreendido. Ambos foram levados sob custódia após relatos de testemunhas e vizinhos, que afirmaram haver um histórico de maus-tratos envolvendo a criança. De acordo com a corporação, vizinhos e testemunhas relataram que havia histórico de agressões e maus-tratos contra a vítima. 

O falecimento ocorreu na segunda-feira (28), um dia após a internação. A investigação agora depende do laudo cadavérico para confirmar a extensão dos ferimentos e comprovar ou descartar a hipótese de violência sexual. O Ministério Público de Santa Catarina acompanha o caso e pode requisitar novas diligências para aprofundar a apuração.

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