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Psicólogo e mestrando na Universidade Federal da Bahia morre no Recôncavo Baiano

Manoel Rocha Reis Neto faleceu em Santo Antônio de Jesus e foi sepultado em Amargosa, sua cidade natal

20 fev 2026 - 14h06
(atualizado às 15h49)
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Foto: Reprodução/Instagram/@manoelnetopsi

Manoel Rocha Reis Neto, psicólogo e mestrando da Universidade Federal da Bahia (UFBA), morreu aos 32 anos em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, na última terça-feira, 17. Ele foi sepultado no dia seguinte em Amargosa, sua cidade natal. O caso foi registrado como suicídio pela Polícia Civil.

"A UFBA lamenta a morte precoce de Manoel Neto, mestrando em psicologia da UFBA. Aos 32 anos e natural de Amargosa, o psicólogo era reconhecido pela atuação profissional comprometida e pelo vínculo próximo com a comunidade", lamenta a instituição em que ele estudava, em nota de pesar emitida na quinta-feira, 19.

Atenção! Em caso de pensamentos suicidas, procure ajuda especializada como o CVV (Centro de Valorização da Vida), que funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, por e-mail, chat ou pessoalmente. Confira um posto de atendimento mais próximo de você (clique aqui).

Manoel Neto cursou psicologia no Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Pós-graduação em Saúde da Família pelo programa de residência multiprofissional da UNIVASF. Foi aluno do Programa de Mobilidade Internacional da UFRB no curso de Educação Social do Instituto Politécnico de Bragança - IPB, em Portugal. 

“Neste momento de profunda dor, a UFBA se solidariza com os familiares, amigos, colegas e pacientes de Manoel Neto”, finaliza a faculdade.

Manoel foi aprovado para o programa de mestrado em Psicologia na UFBA no último dia 29. “Pesquisar o que pesquiso deixou de ser só trabalho — embora seja, e muito — e virou gesto, travessia, modo de existir. A pesquisa se fez chão onde o sonho pudesse pousar”, chegou a escrever ao publicar sobre a conquista nas redes sociais. 

O Conselho Regional de Psicologia da Bahia (CRP-03) também se manifestou. “Com atuação na psicanálise, ele construiu uma prática profissional comprometida com a escuta ética, o cuidado e a promoção da saúde mental. Sua atuação também foi marcada pelo engajamento na luta por uma sociedade antirracista, contribuindo ativamente para o fortalecimento de debates e práticas alinhadas à justiça social e à equidade racial”, afirmou, se solidarizando com todos que “tiveram o privilégio de conviver com sua presença”.

A última publicação de Manoel nas redes sociais contou com um relato de racismo sofrido no carnaval, em uma camarote. Ele usava seu perfil para compartilhar mais sobre suas frentes de atuação como psicólogo. 

Fonte: Portal Terra
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