Uma semana com o Toyota C-HR+: enfrentando a revolução dos carros elétricos chineses com a evolução mais japonesa possível
O Toyota C-HR+ não é nenhuma revolução; talvez também não precisasse ser
桜梅桃李
Cerejeira, damasqueiro, pessegueiro e ameixeira. Estes são os quatro caracteres kanji que compõem a palavra oubatori. Quatro flores diferentes que representam uma única palavra, um único conceito: a ideia de que, como indivíduo, você não deve se comparar aos outros. Cada um tem o seu próprio tempo e o seu próprio lugar.
Oubatori é a pura filosofia japonesa: paciência e calma em um mundo tumultuado. Esqueça a ideia de seguir o ritmo dos outros apenas para fazer o que eles fazem. Mantenha a calma; o seu momento chegará.
É uma filosofia que se alinha perfeitamente ao kaizen: o compromisso de alcançar a perfeição prestando atenção aos pequenos detalhes e aprimorando aquilo que já foi melhorado. Pouco a pouco. Sem mudanças drásticas. Mais uma vez, pura filosofia japonesa. Puro espírito Toyota.
No entanto, o mundo parece girar em um ritmo diferente, movendo-se mais rápido do que nunca. Ele ameaça tornar o "novo" obsoleto e fazer com que coisas que funcionavam até pouco tempo atrás pareçam irremediavelmente ultrapassadas. A velocidade com que o planeta gira age como um míssil apontado para a indústria automotiva japonesa — uma indústria construída sobre um perfeccionismo obsessivo na busca pelo produto mais confiável.
O carro elétrico ameaça explodir na cara das montadoras japonesas. À primeira vista, um carro elétrico é o mesmo produto que qualquer outro: tem quatro rodas, volante e bancos. Mas, em sua essência, é muito diferente.
Tanto que especialistas alertaram as fabricantes ...
Matérias relacionadas
O que significa a luz em formato de sapato nos painéis dos carros automáticos?
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.