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Há mais de 100 anos, foi criado um capacete de motocicleta tão perfeito que ninguém conseguiu aprimorá-lo; esta nova invenção finalmente conseguiu

A tecnologia estreia apenas nos capacetes premium da Shark, que não precisam de bateria, são sem fio, têm um preço elevado e vêm em diferentes versões

23 jan 2026 - 16h07
(atualizado em 23/1/2026 às 12h16)
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Foto: Xataka

Durante anos, as viseiras fotocrômicas foram uma solução incompleta: funcionam, mas tarde demais. Quando reagem, você já passou do sol para a sombra… ou vice-versa. Em 2026, isso começa a se tornar obsoleto.

A Shark Helmets decidiu mudar sua abordagem e optar por um sistema completamente diferente, mais próximo da eletrônica do que da óptica tradicional… e que revoluciona algo tão simples quanto usar ou não óculos de sol em uma motocicleta.

Uma viseira que não espera pela química

A ideia é simples, mas bem executada. Em vez de depender de reações químicas lentas, a nova viseira usa uma película de cristal líquido que escurece ao receber energia. De onde vem essa energia? De um pequeno painel solar integrado na parte superior da viseira, praticamente imperceptível a olho nu.

Quando a luz ambiente aumenta, o painel gera a energia necessária e ativa o escurecimento imediatamente. Não há atrasos, transições intermináveis ou aquele momento constrangedor em que você ainda está com a visão turva enquanto a viseira tenta se ajustar. A mudança ocorre em menos de um segundo, uma enorme diferença em comparação com as viseiras fotocrômicas clássicas, que podem levar dezenas de segundos para escurecer e ainda mais tempo para clarear.

Uma das principais características da invenção é a ausência de bateria para carregar e de porta USB escondida no capacete. O sistema é completamente autônomo, alimentado exclusivamente pela luz ambiente. Isso significa que não depende da manutenção do usuário e,...

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